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Elogios deixam Catarina Furtado com as emoções à flor da pele

Catarina Furtado apresentou o seu livro, ‘O que Vejo e Não Esqueço’, no restaurante Zambeze, que tem uma vista privilegiada sobre Lisboa. Neste fim de tarde primaveril, a apresentadora recebeu o carinho de dezenas de amigos, que veem nela uma inspiração.

CARAS
27 de junho de 2015, 10:00

Não foi fácil convencer Cata­rina Furtado a escrever um livro. Contudo, depois de muita insistência de Francisco Camacho, diretor editorial de A Esfera dos Livros, a apresentadora da RTP aceitou revisitar as suas memórias, pondo no papel as histórias que mais a marcaram ao longo dos seus 15 anos como Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas pa­ra a População. “Gostava que este livro inspirasse as pessoas a olharem um bocadinho mais para os outros. Espero que possa inspirar os pais a educar as crianças com este sentido de ajudar os outros. Também gostava que este livro agitasse as consciências e que, de alguma forma, até pudesse melhorar a vida de alguém. É também um livro de homenagens. Espero que seja uma boa herança para deixar aos meus filhos”, partilhou Catarina momentos antes da apresentação da obra.
Para falar sobre este seu testemunho de vida, a apresentadora convidou Diogo Infante, seu grande amigo há vários anos, e a fadista Carminho, cujo talento e entrega também a inspiram. Mal o seu “mano mais velho”, expressão com que carinhosamente trata o ator, começou a elogiar o seu carácter e a forma ímpar como se entrega a esta missão de vida, a apresentadora não conseguiu conter as lágrimas, revelando perante as dezenas de amigos presentes o seu lado mais emotivo e vulnerável. Depois de um abraço sentido, que revela a cumplicidade que só existe entre os melhores amigos, Catarina agradeceu a Diogo. “Pelo ontem, pelo hoje e tenho a certeza que te vou agradecer pelo amanhã”, declarou no final do discurso do ator. Também Carminho falou de Catarina de forma inspiradora, referindo-se à apresentadora como alguém que conseguiu “conciliar o que se é com o bem que se pode ser”.  
João Reis, marido da apresenta­dora, também reforçou a generosidade da sua mulher: “Este livro é uma grande viagem pelas missões que a Catarina tem feito. Estou muito orgulhoso, mesmo que seja um livro sem pretensões literárias. Somos todos contagiados por ela.”

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