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Julio Iglesias Jr.: “Adoro a minha vida e não a trocaria por nada”

Dia 30 de maio, Julio Iglesias Jr. subiu ao palco do Meo Arena com o pai, Julio Iglesias. Os dois mantêm uma grande cumplicidade e são muito unidos, pelo que o maior cantor romântico do mundo concordou de imediato quando o filho lhe sugeriu uma digressão conjunta.  

Vanessa Bento
13 de junho de 2015, 10:00

É filho do maior cantor romântico do mundo, mas isso em nada parece afetar a sua humildade. “A fama nunca me mudou. Sou igual ao que sempre fui. E é muito importante manter-me assim. É uma virtude fundamental, que me foi passada pelos meus pais e sou assim desde sempre”, confessa Julio Iglesias Jr. Apaixonado pela vida, adora o que faz e tem na música a sua verdadeira vocação. “Sempre admirei muito o meu pai. E imagino-me com a idade dele a cantar e a dar concertos”, diz. No dia 30 de maio, vai poder partilhar essa admiração no palco do Meo Arena, onde vai cantar com Julio Iglesias. A propósito desta sua estreia em Portugal, Julio Iglesias Jr. conversou com a CARAS e revelou o seu apurado sentido de humor numa tarde repleta de boa disposição.
 – Cantou pela primeira vez em Portugal num concerto do seu pai. Deve ter sido especial...
– Muito especial. Para mim, é maravilhoso trabalhar com o meu pai, partilhar o palco e poder viajar novamente fazendo música, que é o que mais gosto.
– O seu pai sempre o apoiou na sua carreira musical?
– O meu pai nunca se meteu no que nós fazemos. Dá conselhos, mas nunca se intromete nas nossas vidas. Sempre nos deu liberdade para fazermos o que queremos e o que gostamos.
– A música é a sua paixão?
– É o que mais gosto de fazer, sim. Adoro estar em palco, adoro cantar e escrever músicas. A verdade é que gosto mesmo muito do que faço e, ainda por cima, posso viajar e conhecer culturas novas, o que é ótimo. É muito bom desfrutar de momentos como este, em que conheço pessoas novas, com um bom ambiente.
– Alguma vez sentiu que seria mais difícil para si afirmar-se no mundo da música por ser filho do Julio Iglesias?
– Não. Sempre fiz música porque gosto. Claro que ver o meu pai num palco enquanto crescia me inspirou a fazer o mesmo, mas se não gostasse de música, nunca teria escolhido este caminho, faria outra coisa. A verdade é que a música é uma parte da minha vida, por isso luto por ela, pelo que gosto de fazer. E isso é que é importante, para mim.
– Sente-se agradecido por tudo o que já conquistou?
– Sim, confesso que me sinto muito orgulhoso e grato. Tenho uma sorte enorme por ter viajado pelo mundo inteiro, por ter conhecido muita gente, por poder ter trabalhado em televisão, no cinema, por ter cantado no mundo inteiro... E a verdade é que estou muito satisfeito com o que já fiz, porque adoro a minha vida e não a trocaria por nada!
– No meio disso tudo, consegue ter tempo para a sua mulher?
– A minha mulher também trabalha muito e talvez seja isso que nos mantém juntos, não passarmos o dia todo ao lado um do outro... Eu adoro desporto. Quando não estou a fazer música, estou a praticar desporto – ténis, futebol, faço todos. Mas há sempre tempo para estar com a minha mulher e com a minha família – a minha mãe, o meu pai, os meus irmãos –, independentemente dos compromissos profissionais. É fundamental.
– É casado há dois anos e disse numa entrevista que a Charisse [Verhaert, modelo] nas­ceu para ser a sua mulher...
– Sim, é a verdade. Estamos casados há dois anos, mas estamos juntos há 11. E temos uma relação estupenda, ela é maravilhosa, carinhosa, boa pessoa, é esplêndida... É uma mulher espetacular. Tenho uma enorme sorte por poder estar com ela.
– Os filhos fazem parte dos vossos planos?
– Sim, fazem. Mas não para já, ainda me sinto um jovem. No futuro, claro que sim, os filhos são uma parte importante da vida e parece-me o passo seguinte. Mas só daqui a três ou quatro anos.

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