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Raquel Strada, Andreia Rodrigues e Rita Andrade na pista da elegância

As apresentadoras vão acompanhar em direto as emoções que antecedem a Gala dos Globos de Ouro.

Vanessa Bento
19 de maio de 2015, 23:30

Os Globos de Ouro são, por excelência, a celebração do talento nacional e do que melhor se faz em Portugal. Mas são também uma montra de elegância e glamour que exige uma preparação cuidada e muito pensada. Raquel Strada, Andreia Rodrigues e Rita Andrade são o exemplo perfeito desse cuidado e da elegância que desfila na passadeira vermelha da gala mais aguardada do ano. Mas não só. O profissionalismo com que agarram a oportunidade de fazer parte destes 20 anos de Globos de Ouro também é evidente. Afinal, são elas que vão estar a dar as boas-vindas aos convidados e a sentir o pulso aos nomeados, numa estreia absoluta para Raquel Strada. Semanas antes da grande noite, a CARAS conversou com as apresentadoras sobre todos os preparativos que envolve este trabalho tão especial.
– Este ano celebram-se os 20 anos dos Globos. Fazer esta gala acaba por ser um marco?
Andreia Rodrigues – Sim, é uma data redonda, mas acho que todos os anos são especiais. Este não é exceção e será uma gala cheia de glamour e prestígio. É bom reconhecer aqueles que realmente são bons nas suas áreas. E é isso que os Globos de Ouro fazem todos os anos, além de abrilhantarem ainda mais a cidade de Lisboa. E é, de facto, o único grande evento que existe em Portugal dentro do género e que nos permite viajar um bocadinho a Hollywood, o que sabe muito bem. Faço a passadeira vermelha dos Globos há cinco anos, creio, e é sempre especial.
Rita Andrade – É uma honra fazer parte deste grande espetáculo. Estes 20 anos vão traduzir-se numa emissão especial. Eu estou mesmo com os nomeados e posso mostrar como se sentem minutos antes de saberem se ganham ou não um Globo. E ganhar este prémio é extremamente importante. Temos poucos prémios em Portugal, não há muitos eventos assim, com este brilho. Estou altamente motivada, sempre com um friozinho na barriga antes do direto, que acho que nunca se deve perder. No dia em que não sentir isto, mudo de profissão.  
– É um dia de ansiedade?
É, muito, mas é uma ansiedade boa.
Andreia Rodrigues – É um dia de festa, em que fazemos algo diferente e isso também é muito bom, sair da nossa rotina. As expectativas são grandes, sabemos que temos Portugal a ver a Gala dos Globos de Ouro e isso faz-nos sentir a pressão de dar o melhor a quem está do outro lado. A passadeira vermelha é um dos momentos mais desejados pelo público e somos nós que fazemos a ligação entre quem está em casa e quem está na passadeira. E isso é muito interessante. Gera ansiedade, mas, ao mesmo tempo, uma enorme alegria e satisfação. É um misto de emoções, mas são emoções muito boas.
Raquel Strada – Eu estou um bocadinho ansiosa, mas vou trabalhar com uma equipa que faz isto muito bem e há muitos anos e estou muito contente. A equipa funciona como uma família, tem tudo para correr bem. Claro que os Globos são uma marca e eu vou logo estrear-me nos 20 anos... Fico nervosa, mas aceitei logo este convite, fiquei muito contente! Como estou ligada à moda, fazia algum sentido estar na passadeira vermelha e juntar o útil ao agradável. 2015 fica marcado como um ano de estreias. Se tudo correr bem, vou ter um projeto novo relacionado com moda, estou no Ídolos a fazer os diários, vou fazer os Globos, vou-me casar... Estou feliz, estou muito bem e tranquila. Tenho a sorte de ter um canal que apoia as minhas decisões e os meus projetos, que me dá novos desafios e isso é importante. A realização a nível pessoal e profissional é o equilíbrio perfeito, e neste momento sinto-me bem. Não posso pedir mais da vida.
– Um dos fatores que mais despertam curiosidade neste evento são os vestidos. Já esco­lheram os vossos?
Andreia Rodrigues – Esse não é um processo demorado, para mim. Vou sempre adiando, porque há tanta coisa a acontecer que se têm que ir fechando gavetas. Mas tenho muita confiança nas pessoas que tenho à minha volta. Neste momento ainda não tenho o meu vestido, mas há uma razão para isso: não posso revelar tudo, mas não quis que este ano o meu vestido fosse apenas um vestido. Existe um projeto associado e o vestido tem um simbolismo, uma mensagem que vai ao encontro de quem precisa. Acho que temos o dever e a oportunidade de utilizar quem somos e o que temos para transmitir aos outros algo de bom e de positivo.
Rita Andrade – Eu estou, com a stylist Mariana Guedes de Sou­sa, a conceptualizar o vestido. O Gio Rodrigues é o estilista que, juntamente com a Mariana, vai concretizar o meu look. Estou ansiosa pelo resultado, mas já sei mais ou menos como vai ser.
Raquel Strada – Vou usar um modelo de um criador nacional. Gosto de promover a moda nacional e não há melhor montra do que os Globos. É um orgulho poder vestir os nossos nomes da moda. Já vesti Diogo Miranda, Filipe Faísca, Nuno Baltazar, que são os meus criadores de eleição, mas este ano é uma surpresa. É uma pessoa que admiro e cujo trabalho está cada vez melhor. Vai ser um vestido simples, mas muito bonito.

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