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Dor e consternação na despedida de Pequenina Rodrigues

A decoradora tinha 59 anos e sofreu um acidente de viação brutal no passado dia 17. Morreu dia 26, no Hospital de Santa Maria.  

CARAS
30 de abril de 2015, 13:29

A decoradora Pequenina Rodrigues não resistiu aos ferimentos causados pelo aparatoso acidente de viação que sofreu no passado dia 17 e, pouco mais de uma semana depois, na manhã de domingo, dia 26, acabou por morrer na sequência de um agravamento do seu estado de saúde. Estava internada nos Cuida­dos Intensivos do Hospital de Santa Maria, para onde foi imediatamente transportada depois de colidir violentamente com uma viatura da Brisa que fazia trabalhos de manutenção na A5, autoestrada que liga Lisboa a Cascais. Sofreu ferimentos muitos graves, incluindo diversas fraturas expostas, e permaneceu em estado de coma durante estes dias em que esteve hospitalizada.
Todos os dias Pequenina recebeu visitas de familiares e amigos, nomeadamente do namorado, o músico Paulo Gonzo, que se mostrou desolado com a situação, da irmã, Ana Cristina Nasi, do cunhado, o italiano Carlo Nasi, e de alguns dos amigos mais chegados. O choque era geral.
Foi já na segunda-feira que o corpo foi transportado para a Basílica da Estrela, em Lisboa, onde familiares e amigos se despediram da decoradora. Ao fim do dia foi celebrada uma missa e todos os presentes se mostravam consternados, manifestando o choque que foi receber a notícia do acidente. A opinião geral coincidia num aspeto em particular: que Pequenina Rodrigues foi sempre uma mulher feliz, de bem com a vida e que aproveitou os seus 59 anos de forma intensa. Muitos mencionaram a sua enorme alegria de viver e a falta que irá fazer a todos os que com ela conviviam habitualmente.

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