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Manuel Maria Carrilho

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Alfredo Rocha

Manuel Maria Carrilho condenado por difamação

O antigo Ministro da Cultura terá de pagar mais de 30 mil euros a Carlos Teixeira Pinto, ex-padrasto de Bárbara Guimarães.

CARAS
28 de abril de 2015, 12:50

Manuel Maria Carrilho foi condenado a três dos sete crimes de difamação de que estava acusado por, em 2013, ter dito à imprensa que Carlos Teixeira Pinto, antigo padrasto de Bárbara Guimarães, tinha tentado violar a apresentadora. O professor foi punido com 320 dias de multa à taxa diária de 20 euros, o que perfaz o cúmulo jurídico de 6400 euros, e terá também de pagar uma indemnização no valor de 25 mil euros por danos morais. Além disso, tem a seu cargo todas as custas judiciais do processo.
As declarações remontam à altura em que o antigo Ministro da Cultura se separou de Bárbara Guimarães e disse a vários órgãos de comunicação social que a apresentadora saiu de casa aos 18 anos “porque o marido da mãe a tentava violar”. A apresentadora da SIC garantiu em tribunal que Carlos Teixeira Pinto não cometeu qualquer abuso e que sempre a tratou como uma filha.
Esta ‘guerra’ entre Manuel Maria Carrilho e Bárbara Guimarães está longe de chegar ao fim, já que continuam a lutar em tribunal pela guarda dos filhos, Dinis, de 11 anos, e Carlota, de quatro. Bárbara apresentou um pedido de guarda total dos menores em novembro de 2014, na sequência de uma troca de agressões ocorrida num dia em que Manuel Maria Carrilho entregou os filhos à mãe e que originou a intervenção das autoridades. O processo parece estar longe de chegar a um veredicto e o Tribunal continua a levar a cabo várias diligências. Entre elas está uma avaliação psicológica aos dois envolvidos. Enquanto a decisão do Tribunal não chega, Dinis e Carlota continuam a viver com a mãe, e o pai tem direito a passar com eles dois fins de semana por mês e a jantar uma vez por semana, nos termos do acordo de divórcio.

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