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Marisa Cruz e Pedro Moreira dias após o casamento: “Somos uma família”

A história de amor da apresentadora e do jogador de hóquei, contada dias depois do casamento.

Joana Brandão
18 de abril de 2015, 10:00

“Foi uma cerimónia muito simples, mas repleta de significado.” Assim descreve Marisa Cruz o casamento com Pedro Moreira. Dias depois do desejado “sim”, o casal conversou com a CARAS sobre o amor que os une há dois anos, os filhos e o sonho de se casarem pela igreja.
Apaixonados e felizes, partilharam o momento tão íntimo que viveram no passado dia 9, na Conservatória de Vila Nova de Gaia, divulgado horas depois na comunicação social. Aliás, foi com humor que elegeram as gangas para esta sessão fotográfica, depois de ter sido notícia que a noiva se casou de jeans.
Aos 40 anos, Marisa vive uma nova fase ao lado de Pedro, de 29. Dizem-se almas gémeas e agradecem todos os dias à vida por os ter juntado. Na companhia de João e Diogo – filhos do primeiro casamento da apresentadora, de nove e cinco anos – e de Bernardo – filho do jogador de hóquei do FC Porto, de três anos – acreditam ter tudo para serem felizes. E para o perceber basta estar perto deles uns minutos: as trocas de olhares são constantes e tudo à volta parece desaparecer.
– Há uma semana surpreenderam tudo e todos quando decidiram casar. Quando toma­ram a decisão?
Pedro Moreira – Queríamos muito casar, formalizar a nossa união. Já tinha pedido a Marisa em casamento há algum tempo, curiosamente em frente a uma igreja. Fomos jantar na Rua das Flores e quando saímos passámos pela Igreja da Misericórdia e eu fiz o pedido.
Marisa Cruz – Foi muito tradicional. O nosso sonho é casar pela igreja, mas enquanto isso não acontece resolvemos casar-nos pelo civil, porque era algo que queríamos muito.
– Casaram-se a uma segunda-feira, uma escolha atípica Contem-nos como foi esse dia?
– Foi um dia muito normal. Tínhamos marcado a hora, vestimo-nos informalmente com um ou outro apontamento e fomos para a conservatória. Lá estavam os nossos padrinhos, os pais do Pedro e a minha tia. Foi uma cerimónia muito simples, mas repleta de significado.
Pedro – Depois da cerimónia almoçámos os dois e eu segui para o treino. Foi quase um dia como os outros...
– Apesar da discrição com que escolheram casar-se, a informação chegou à imprensa...
Marisa
– A nossa ideia era fazer uma cerimónia íntima e privada. No entanto, não temos nada a esconder. Mas também não o íamos divulgar. De qualquer das maneiras, acho que é normal isto acontecer, afinal, é um ato público num local públi­co, há sempre alguém que conhece alguém e estas coisas sabem-se. É impossível controlarmos tudo...
– Curiosamente, uma das primeiras notícias sobre o casa­mento falava da roupa da noi­va. Casou-se de calças de ganga? 
– Fomos da forma como nos sentimos bem. Escolhi uns jeans, é verdade, mas calcei saltos altos, para ficar mais elegante. Mais do que a forma como íamos vestidos, o importante é a nossa união. Claro que quando nos casarmos pela igreja não irei de calças de ganga [risos].
– Como reagiram os seus filhos à notícia do casamento?
– De forma muito tranquila. “Está bem, se é isso que vocês querem”, disseram. Graças a Deus eles têm uma relação fantástica com o Pedro e com o Bernardo. Dão-se todos muito bem e é por isso que estamos tão felizes. Somos uma família, é muito bonito ver a relação dos nossos filhos.
– A harmonia familiar é muito importante...
– É a base de tudo. Como dois Caranguejos que somos, damos muita importância à família, ao lar. Temos os mesmos gostos e felizmente vivemos em harmonia. Os pais do Pedro acolheram-nos de uma forma fantástica, tratam os meus filhos como se fossem netos deles.
– Qual a relação dos seus filhos com o Bernardo, filho do Pedro?
– O Bernardo é o bebé lá de casa. O João é super respon­sável e assumiu o papel de irmão mais velho. Já o fazia com o Diogo e agora também o faz com o Bernardo. O encontro deles não foi forçado e, naturalmente, acabaram por se entender.
– Já viviam juntos. O casamento mudou alguma coisa?
– Além da aliança no dedo, só mudou o facto de já lhe poder chamar marido. No nosso dia-a-dia não mudou nada.
– Quando começaram a namorar sofreram várias interferências externas. Dois anos depois, acham que isso vos uniu ainda mais?
– No princípio houve muita gente que não acreditou na nossa relação, talvez pela diferença de idades e do que havia para trás. Mas tudo faz parte da vida. Os obstáculos foram ultrapassados e estamos aqui, felizes e apaixonados.
Pedro – Preservamos muito a nossa tranquilidade e para que nada interfira, tentamos deixar os problemas do lado de fora da porta. Mesmo no início, quando sofríamos interferências de todo o lado, conseguimos manter-nos em paz.
– A Marisa está com 40 anos, vive uma nova fase da sua carreira. Tem novos desafios?
Marisa – Continuo a apresentar o Somos Portugal na TVI, algo que gosto realmente de fazer. Na moda há algumas coisas a serem tratadas, mas para as mulheres a sociedade não é tão benevolente como para os homens. No entanto, o importante é saber viver cada idade e eu sinto-me muito bem com 40 anos. É preciso manter o espírito jovem e sem dúvida que o amor e a paixão nos dão uma luz diferente...
Pedro – Es­tás melhor do que nunca!
Quando olha para a sua mulher, parece não ter olhos para mais na­da. Como é a sua Marisa?
– É uma das pessoas mais bonitas que conheci na minha vida. E quando falo em beleza refiro-me ao que ela é como pessoa, porque a beleza exterior é visível a qualquer um. Hoje dou graças a Deus por ter a Marisa na minha vida, só lamento não a ter conhecido há mais tempo. Às vezes fico a olhar para ela porque gosto de a ver a sorrir, da forma como ela olha, tudo nela me faz bem. É uma grande companheira, mimamo-nos muito e adoramos estar juntos. É uma pessoa maravilhosa que tive a sorte de encontrar e vou fazer tudo para a ter ao meu lado até ao fim da minha vida.
– Depois de uma declara­ção destas, Marisa, o que tem a dizer sobre o Pedro?
Marisa – O Pedro é uma pessoa fantástica, um ser humano maravilhoso. Tem um bom coração, é muito carinhoso e preocupado. Está sempre atento a mim e aos meninos, é muito generoso. É apaixonado e romântico, tudo aquilo que sempre sonhei ter no meu companheiro. Somos muito idênticos. Ele é um doce, gosta de me surpreender, e cozinha maravilhosamente. Apesar dos 29 anos, tem uma maturidade cativante e que me conquistou. Não acreditava em amor à primeira vista, mas quando nos vimos sentimos uma energia muito forte. É difícil explicar o que sentimos. Parecia que já o conhecia, confiava nele... Espero que consigamos manter esta amizade, temos tudo para construir a nossa vida, a nossa família, com respeito, amor e cumplicidade.
– Por falar em família, faz parte dos planos terem filhos juntos?
– Não fazemos planos, vamos vivendo um dia de cada vez.
Pedro – Mas gostávamos...
Marisa – O que tiver de ser, será. Não excluímos nada que nos faça felizes.  

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