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Valter Carvalho: “Nunca me lembro de que ele não é meu filho de Sangue, amo-o”

Com dois anos, Swahili já acompanha o pai a alguns eventos, onde é sempre o centro das atenções. O manequim conta que o filho é super bem disposto.

CARAS
14 de abril de 2015, 10:30

Apesar de confessar que “não é nada fácil ser pai solteiro”, Valter Carvalho garante  que a sua vida mudou para melhor desde que Swahili, de dois anos, entrou na sua vida, há cerca de 17 meses, quando o perfilhou e trouxe de Angola. “A nossa relação é espetacular, ele já é muito companheiro. No início foi difícil, mas nunca houve um momento de arrependimento. Se criar um filho a dois já é complicado, sozinho então... Gerir as emoções, a dependência, os horários rigorosos para tudo, para comer, para ir levar e buscar à creche. Toda a minha vida agora é em função dele, mas vale a pena.”
Há muito que o manequim sonhava ser pai e agora não podia estar mais “apaixonado” pelo filho: “Nunca me lembro de que ele não é meu filho de sangue. Eu era daquelas pessoas que achava exageradas as conversas sobre amor incondicional pelos filhos, mas desde que tenho o Swahili percebo que é tudo verdade.”

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