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Francisca e Ricardo Pereira: “Temos que nos amar, continuar a nossa história de amor”

O ator, de 35 anos, e a mulher, de 31, já estão a preparar as malas para regressar ao Brasil com os filhos, Vicente, de três anos, e Francisca, de um, já que Ricardo irá fazer parte do elenco da próxima novela da Globo, que será exibida em horário nobre.

Cláudia Alegria
19 de março de 2015, 10:37

Ricardo Pereira garante levar a vida social e familiar tão a sério quanto o seu trabalho. Conhecido por ser exigente, metódico e superorganizado na sua profissão, testemunhámos, durante uma viagem à Serra Nevada – onde participou na Seat Snow X-Perience –, que o ator é igualmente exigente no que toca a assegurar tempo livre para se divertir com a mulher, Francisca Pinto Ribeiro, e com os amigos.
– Costumam reservar dias para se dedicarem um ao outro e sem filhos?
Ricardo Pereira –
Sempre. Assim que saímos de perto dos nossos filhos ficamos doidos, só pensamos em voltar para os ir buscar e poder estar com eles. Mas também gostamos muito de viver enquanto casal, de aproveitar estes momentos para estar juntos como antes. Quando um casal tem filhos, deve agregá-los e mimá-los muito, com a responsabilidade inerente que é educar crianças. Mas, enquanto casal, temos que nos amar e encontrar estes momentos para continuar a nossa história de amor.
– Parece ser tão organizado e metódico no seu trabalho como na vida pessoal. Desta vez, cumpriu todos os compromissos com a imprensa de forma eficaz, de modo a assegurar que teria tempo livre para se divertir e relaxar?
– Não faz sentido andar a vida inteira a trabalhar se não usufruirmos dela. Não tenho vontade de ser o maior nem o melhor. Tenho vontade de fazer aquilo que gosto – apaixonei-me por aquilo que faço –, mas isso não interessa se não tivermos a família e os amigos ao nosso lado. Em Portugal, as pessoas acham que o divertimento e o trabalho se misturam. Na minha vida nunca se misturaram. Eu levo o meu trabalho muito a sério, mas é muito importante a minha vida social e familiar. Ela é o meu equilíbrio e desse meu equilíbrio eu nunca posso prescindir.
– Vai regressar ao Brasil em breve. É importante ter ao seu lado uma mulher que não hesita quando têm de fazer as malas e partir?
– Na vida, as coisas não acontecem só por acaso. As pessoas também se aproximam e se apaixonam por terem um espírito idêntico, por terem uma alegria comum, por estarem em sintonia em alguns temas. Isso é superimportante. A Francisca é a minha companheira, é o verbo ‘ir’, está sempre disponível, porque eu também sou assim, e por isso é que nos damos tão bem, o que é ótimo.
Francisca – Quando há amor e respeito, a vida é uma aventura. Nós estamos onde temos que estar. Agora vamos com ele, mas pode chegar um dia em que eu tenha de ir para algum lado e espero que ele também faça as malas e venha comigo.
Calculo que quem deve sofrer com estas ausências prolongadas seja o resto da vossa família?
– A família sofre, é verdade, mas nós também sofremos. Não são só eles que ficam com saudades.
– Tencionam aumentar a família?
– Vamos viver a vida e depois logo se vê. Mas sim, vamos aumentar a família. Eu gostava de ter quatro filhos.

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