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Daniela Ruah: “Divirto-me a desfilar, mas voltar a casa e aos meus rapazes bate tudo”

A atriz sente-se confortável na passadeira vermelha, mas admite que só se sente realmente feliz perto do marido, o duplo David Paul Olsen, e do filho, River Isaac, de um ano.

CARAS
15 de fevereiro de 2015, 10:00

Depois de passar o Natal em Portugal, com o marido e o filho, numa quinta da família, em Azeitão, Daniela Ruah regressou aos Estados Unidos, onde brilha na série Investigação Criminal. Na passada semana voltou a pisar a passadeira vermelha na gala de entrega dos People’s Choice Awards, em Los Angeles, e deu nas vistas. A CARAS falou com a atriz depois da cerimónia. Dias depois perderia a avó paterna, Esther Ruah, a quem escreveu uma despedida sentida, que publicou na sua página do Facebook. Mas no dia da animada conversa com a CARAS ainda não passara por esse momento de tristeza.
– Ontem esteve nos People’s Choice Awards. Que importância têm estes prémios para si?
Daniela Ruah – São dos mais importantes! É um reconhecimento direto do público que assiste ao nosso trabalho. De alguma forma, são eles que nos mantêm empregados.
– Continua a ambicionar receber um desses prémios?
– Em tempos, tinha referido que queria receber um Óscar. Com a experiência, as minhas prioridades mudaram um pouco. Qualquer reconhecimento é ­bem-vindo, mas mais importante ainda é ter sempre trabalho.
– A sua vida tem tido momentos quase antagónicos: num dia está numa quinta em Portugal, a apanhar laranjas com o seu filho e o seu marido, e no outro desfila numa passadeira vermelha em Los Angeles. É simples de conciliar?
– Sim, totalmente. São dois universos diferentes e nos quais me sinto muito confortável.  Divirto-me imenso a desfilar na passadeira vermelha, mas regressar a casa, despir o glamour e voltar para os braços dos meus rapazes bate tudo!
– O seu filho acaba de fazer um ano. O que é que a maternidade mudou na sua vida?
– Tudo. As minhas prioridades mudaram, a minha forma de ver a vida também. Tenho um homem para criar e formar, para que seja um bom ser humano, e isso é um desafio diário, é uma experiência única. Já tenho saudades de o ter na barriga, mas, ao mesmo tempo, senti-lo aconchegar-se, brincar com o meu cabelo e por vezes fazer-me festas na cara enquanto adormece, derrete-me.
– Que valores quer transmitir-lhe?
– O sentido de família, de lealdade e companheirismo. De trabalhar por aquilo que queremos e dar valor ao que temos.
– Em 2014, com o nascimento do seu filho e o casamento, disse que queria ter tempo para a sua família. Em 2015 vai dedicar-se a novos projetos profissionais?
– Claro que sim. Milhares de mulheres no mundo conciliam o trabalho com a família, e eu sou mais uma delas. Só me sinto completa assim, tendo a família perto de mim e estando realizada profissionalmente. É o exemplo que tenho da minha mãe.
– Como é a sua vida em Los Angeles?
– Tenho uma vida familiar muito normal. Tenho o meu marido, o meu bebé, a minha casa e dois cães... Sempre tive uma vida simples e não há razão para começar agora a ter uma vida mais excêntrica. Somos felizes assim.
– Após a sexta temporada da série Investigação Criminal, o que gostaria de fazer?
– Certamente mais projetos onde me realize; neste momento estou muito feliz por a CBS e os argumentistas continuarem a acreditar na minha personagem e no meu trabalho. Nesta temporada mudámos de horário e conseguimos alcançar o primeiro lugar nas audiências à nossa hora. Por isso acredito que a série continue mais uns anos.
– Como concilia a vida da Daniela com a da personagem Kensi?
– Não sei se ao fim de tantos anos haverá grande diferença entre as duas! Diria que uma aparece quando se ouve “ação” e a outra quando se ouve “corta”!
– Aos 31 anos, sente que está numa das fases mais felizes da sua vida?
– Sim. Tive a sorte de encontrar um homem com quem me sinto completa, de ter um filho que me acompanha diariamente, de ter um trabalho que me preenche e uma família que me apoia. Que mais posso pedir? Nada. Simplesmente agradeço.

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