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Inês Aguiar fala da relação com a sua irmã gémea

A jovem protagonista da telenovela ‘Mar Salgado’ vive dias desafiantes e felizes com o apoio da irmã, Joana.

CARAS
1 de fevereiro de 2015, 16:00
Com apenas 16 anos e uma voz e maneira de estar mui­to doces, Inês Aguiar tem vindo a destacar-se na novela da SIC  Mar Salgado, no papel de  Carlota, figura central do enredo. Extremamente feliz com esta nova experiência na sua vida, a jovem atriz revela que sempre sonhou seguir a área da representação e que os seus pais sempre a apoiaram em todas as suas escolhas, com a condição de que não descurasse os estudos. Junto da irmã gémea, Joana, Inês contou como tem vi­vido estes meses. Claro que quisemos também saber como Joana encara todo este sucesso da sua irmã e como agem quando as confundem.
– Como tem sido esta experiência? 
Inês Aguiar – Maravilhosa e acho que tive muita sorte em começar numa novela como esta, com uma personagem que tem uma história muito forte. Estou a adorar. 
– Como surgiu esta oportunidade? 
Através da L’Agence. Fui fazer o casting, inicialmente até o fiz para outra personagem, e fiquei. 
– Mas era uma área que já a fascinava? 
Sim, estou na agência desde os dez anos, comecei a fazer publicidade, mas sempre tive o sonho de seguir a área da representação.  
– Iniciaram juntas o percur­so na publicidade e esta é a pri­meira vez que seguem caminhos diferentes. Como lidam com isso? 
Joana – Sempre fomos muito iguais, mas os nossos feitios são muito diferentes e acho que isto foi só mais um ponto em que divergimos. Estamos juntas na escola, com os amigos e a família e também achamos graça a que cada uma tenha a sua ex­periência e a sua individualidade. 
– É habitual as pessoas confundirem-vos? 
Joana – Sim, agora ainda mais, por causa da novela, já que a maioria das pessoas nem sabe que a Inês tem uma irmã gémea. 
Inês – É engraçado e eu acho que faz parte, já que somos iguais. É natural que as pessoas nos confundam, mas quem nos conhece sabe distinguir-nos. 
– E como é a vossa relação? 
Não sei se é por sermos gémeas ou só por sermos irmãs, mas compreendemo-nos muito bem e sabemos o que é que a outra está a sentir. Temos os nossos aborrecimentos, como todos os irmãos, mas acho que nos conhecemos muito bem e acredito que sou a pessoa que melhor conhece a Joana. Consigo decifrar mais ou menos o que ela está a sentir só pela sua expressão e isso é muito giro. 
– São as melhores amigas?
Embora não consigamos admitir isso à frente dos nossos amigos [risos], somos mesmo as melhores amigas. 
Joana – Passamos muito tempo juntas, somos da mesma idade, da mesma escola, vivemos as mesmas coisas e isso também acaba por nos dar muito em comum. Ela percebe melhor do que ninguém aquilo que eu posso estar a sentir. 
– Inês, como é se consegue equilibrar as gravações com os estudos? Teve de haver alguma combinação com os seus pais? 
Inês – Eles apoiam-me imenso e guiam-me. Foram eles que nos inscreveram na agência e sempre me incentivaram a seguir o meu caminho. Claro que ficaram um pouco receosos por causa das notas, pois é muito cansativo, mas eu assumi um compromisso com eles, com a produção e comigo mesma. Tenho tudo muito organizado e sei que, se gravo até muito tarde, tenho de estudar quando chegar a casa ou à hora de almoço. Acho que já arranjei um método. Claro que é difícil, mas tenho muita força de vontade. 
– Joana, a representação também está no seu horizonte? 
Joana – Está, sim. Desde pequenas que gostamos desta área e sempre apostámos na nossa formação. Eu continuo a fazer alguns cursos e acho que, se surgir, será algo que eu gostava de tentar. Depois, também vejo que a Inês está a adorar a experiência... 
– E estudam juntas o seu papel, Inês? 
Inês – No início, sim, mas agora já não peço tanto, acho que estou menos insegura e já arranjei uma forma de saber como fazer. 
– Isso quer dizer que agora já se sente mais segura no papel da Carlota? 
Sim, acho que isso é normal. As primeiras semanas foram mais complicadas, estava mais nervosa, mas todos os atores que contracenam comigo têm sido impecáveis e têm-me ajudado imenso. Gosto muito que eles me ajudem, pois aprendo e criei uma relação muito bonita com muitos deles. É muito giro estar a contracenar com as pessoas que eu via na televisão. É excecional! 
– Apesar da idade, a sua personagem já tem um namorado. Como é que a família e os amigos lidam com isso? 
Normalmente. Os meus pais também já sabiam que isso ia acontecer, pois a produção teve o cuidado de nos explicar o percurso da personagem... Os amigos brincam e gozam comigo [risos]. 
– E como lida com a visibi­lidade, com o facto de ser reco­nhecida na rua? 
Acho normal, mas ainda não sei lidar muito bem com isso. A verdade é que o meu dia é passado entre a casa, a escola e as gravações, ainda não senti muito isso. Só aos fins de semana é que tenho mais tempo livre, mas é quando aproveito para estudar. Mas é giro e é bom sentir que as pessoas estão a gostar da novela e da personagem.

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