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Mercedes Lambre: Vilã de ‘Violetta’ diverte-se na ilha da CARAS

Aos 22 anos, a atriz, bailarina e cantora argentina tem percorrido o mundo com o espetáculo ‘Violetta’, no qual dá vida a Ludmila, a vilã malcriada e cruel que inferniza a vida de Violetta, interpretada por Martina Stoessel. 

CARAS
24 de janeiro de 2015, 11:00

A dias de subir ao palco do Meo Arena para dar vida à personagem Ludmila, no concerto Violetta Live, Mercedes Rodríguez Lambre admitiu, durante uma visita à ilha da CARAS, em Angra dos Reis, no Brasil, que considera uma enorme responsabilidade trabalhar para o público-alvo daquela série de sucesso, uma vez que as crianças estão na fase ‘esponja’: absorvem tudo o que veem e querem fazer o mesmo. “Sinto-me responsável por tudo aquilo que posso gerar com a minha personagem”, afirma a atriz, bailarina, cantora e modelo argentina de 22 anos.
“Nasci em La Plata e dos seis aos oito anos estudei teatro. Mais tarde tive aulas de dança e de canto, até entrar para um curso de comédia musical que terminei ao mesmo tempo que a escola. Sempre gostei de representar e cheguei a animar festas infantis. Como queria tornar-me independente, aos 15 anos comecei a trabalhar como assistente num dos programa de televisão”, recorda.
– Como é ser vista como um ídolo aos 22 anos e ter tantos fãs?
Mercedes –
Custa-me sentir que sou um ídolo, mas lido bem com a fama porque a Disney tem imenso cuidado connosco. Desde o primeiro dia que nos recomendam para termos muito cuidado com o que partilhamos, por exemplo, nas redes sociais. Temos que saber o que podemos ou não fazer. Depois, dá imenso gozo saber que, com a nossa personagem, as pessoas acabam por se desligar dos seus problemas.
– E quais são os seus ídolos?
Em crian­ça nunca tive ídolos, mas sem­pre admirei pessoas que me eram próximas. Pode dizer-se que a minha mãe era o meu ídolo.
– Que mensagem gostaria de deixar aos seus fãs?
– Na pré-adolescência todos passamos por uma fase de in­segurança e aprendi que podemos ter como ídolo maior a natureza, porque é perfeita e nós fazemos parte dela. Dir-lhes-ia que todas somos bonitas e puras desde que nascemos e, se todas as árvores são diferentes e bonitas, connosco passa-se exatamente o mesmo.

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