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Bárbara Guimarães prepara-se para um ano de batalhas nos tribunais

O Tribunal considera haver "indícios suficientes" de que o antigo ministro terá sido alvo de violência doméstica. 

CARAS
10 de janeiro de 2015, 12:00
Paz. Este é o maior desejo de Bárbara Guimarães para o novo ano. Paz para ela e para os dois filhos, Dinis, de dez anos, e Carlota, de quatro. A apresentadora sabe que em 2015 podem ser tomadas pelos tribunais importantes decisões relativamente à sua vida familiar, mas afirma sentir-se serena em relação ao que o futuro lhe reserva. Para ela, o mais importante é o bem-estar dos filhos, e continua a afirmar que será sobretudo por eles que lutará, pela paz que tanto ambiciona ter na sua vida.
O certo é que o ano que agora começa promete ser de longas e duras batalhas nos tribunais – umas aguardadas há vários meses e outras mais inesperadas – para Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho, depois do polémico divórcio que pro­tagonizaram em 2013. A CARAS sabe que a apresentadora espera que em breve se dê início ao julgamento no Tribunal Penal do processo em que acusa o ex-marido de violência doméstica e cuja queixa remonta ao tempo em que os dois ainda estavam casados. Um processo na sequência do qual o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa proibiu Manuel Maria Carrilho de contactar a ex-mulher ou de se aproximar da sua residência.
Bárbara prepara-se há longos meses para este julgamento, mas a este pode agora juntar-se um outro mais inesperado: o do processo em que a própria Bárbara é acusada de crime de violência doméstica contra Manuel Maria Carrilho. Um caso que tinha sido arquivado pelo Ministério Público, mas que, depois de requerida por Carrilho a abertura de instrução, levou a uma nova decisão judicial que ordenou, no passado dia 23 de dezembro, a dedução de acusação contra a apresentadora. Um duro golpe para Bárbara, que ainda em outubro último, em declarações à CARAS, se tinha manifestado cansada “desta violência e de tantas mentiras”.
Recorde-se que o despacho que ordena a acusação de Bárbara resulta de uma queixa que Manuel Maria Carrilho apresentou depois de se ter visto impossibilitado de entrar na casa que partilhava com a apresentadora e os dois filhos quando regressava de uma viagem a Paris em outubro de 2013. Agora, passados 14 meses, o Tribunal considera haver “indícios” suficientes de que Carrilho terá sido alvo de violência doméstica. Em causa poderá estar, segundo o despacho de pronúncia do caso, “uma conduta de maus tratos psicológicos” por parte de Bárbara. 
Durante o período em que o antigo ministro da Cultura esteve em Paris, Bárbara terá trocado a fechadura da porta de casa alegadamente para se proteger. O comportamento da apresentadora é descrito na referida decisão como sendo de uma “grande violência psicológica”, salientado que Bárbara terá também perturbado “a liberdade de decisão” de Manuel Maria Carrilho por este ter ficado “impedido de ver os filhos menores”, algo que “terá provocado danos na sua saúde psíquica e física”
À CARAS Manuel Maria Carrilho disse sentir-se “muito satisfeito com esta decisão” e “mais tranquilo por finalmente a verdade começar a aparecer”, garantindo que “ainda há muito para saber”.

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