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Raquel Rocheta atenta às preocupações da filha: “Acho normal ela ter uma paixoneta aos 12 anos”

Durante uma clínica de padel, no Clube Nacional de Natação, a relações-públicas assegurou estar atenta e preparada para esta fase de transição para a adolescência da filha, Mariana. Raquel diz ser uma mãe liberal, que confia na filha, e tenta nunca se esquecer do que fez com a mesma idade.

CARAS
3 de janeiro de 2015, 16:00

Apesar de Mariana estar na fase de gostar de fazer programas com as amigas, Raquel Rocheta tenta fazer atividades que sejam do agrado de ambas. Foi o que aconteceu recentemente, ao aceitar o convite dos vinhos Sexy para participarem numa clínica de padel. “De vez em quando divertimo-nos a andar de bicicleta ou de patins em linha. Temos gostos muito semelhantes a nível de desporto e há algum tempo que nos diziam que o padel seria uma grande surpresa, pois não tinha muito a ver com o ténis, do qual nenhuma de nós é grande fã. Surgiu agora a oportunidade de experimentar e reconheço que foi muito divertido”, revelou a relações-públicas.
Consciente de que a filha está a entrar na adolescência, Raquel diz que se sente preparada para lidar com esta nova etapa. “Ela diz que eu sou daquelas mães muito fixes pois, comparando com as mães das amigas, sou mais liberal, confio mais nela, e nunca me esqueço daquilo que fiz com a mesma idade. A maior parte das mães acha que só a partir dos 16 ou 17 é que as filhas devem começar a sair ou a apaixonar-se. Eu lembro-me perfei­tamente que me apaixonei com 13 anos, pelo que acho normal ela ter uma paixoneta aos 12. Divirto-me imenso com isso. O que quero mesmo é que ela me conte tudo e ela conta. Acha o máximo que eu me divirta com isso e que lhe dê conselhos”, contou Raquel.

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