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Liliana Campos: “Tem sido um ano de crescimento e de plena felicidade”

A comemorar o primeiro aniversário da SIC CARAS, a apresentadora sente-se a viver em pleno.

CARAS
31 de dezembro de 2014, 16:00

Há mais de duas décadas que Liliana Campos, de 43 anos, trabalha em televisão. Entre altos e baixos, alturas com mais projetos e outras com menos, a apresentadora nunca desanimou e manteve sempre a mesma dedicação e paixão. Hoje, é o rosto da SIC CARAS, que celebra o seu primeiro aniversário este mês. Feliz com o que conseguiu alcançar neste último ano e com a aposta que fizeram nela, Liliana tem-se dedicado por completo ao programa Passadeira Vermelha. Um pouco mais de parte tem ficado a sua vida pessoal, algo com que lida bem, até porque o namorado, Rodrigo Herédia, é o seu maior fã e entende perfeitamente as suas ausências.
– Estamos a comemorar o primeiro aniversário da SIC CARAS. Como tem sido?
Liliana Campos – Tem sido maravilhoso. Estive sempre incluída em todos os grandes projetos do canal ao longo deste ano e isso deixa-me muito satisfeita. Para mim, tem sido um ano de crescimento e de plena felicidade. Eu queria muito isto que me está a acontecer, queria muito poder dedicar-me de corpo e alma a um projeto e nada como estarmos desde o minuto zero presentes e a ver tudo a crescer. É muito importante ouvir os comentários e sentir o interesse do público.
– Mas iniciar um projeto é sempre um risco...
Sim, estamos sempre numa grande ansiedade, mas dá muito prazer, porque temos sempre o objetivo de fazer mais e melhor, de acordo com aquilo que o público quer. Hoje em dia, com as redes sociais, temos muito mais acesso à opinião das pessoas que nos veem e isso, de certa forma, ajuda-nos a crescer de uma maneira mais estruturada. Ter o feedback de que as coisas estão a funcionar é muito bom e é isso que tem estado a acontecer. Eu própria seria espectadora do canal mesmo que não trabalhasse nele. 
– Já passou por altos e baixos na sua carreira...
Realmente, as coisas não têm sido fáceis para mim em televisão. Gostaria de ter feito outras coisas e de ter tido outras oportunidades, mas esta era a que eu queria e que agarrei com toda a minha dedicação. Sou muito apaixonada pelo que faço e este projeto tem tudo a ver comigo. Estou em televisão há quase 22 anos, já fiz travessias do deserto, já me interroguei muitas vezes se esta era a área onde devia estar, mas amo aquilo que faço. Queria muito ter a oportunidade de mostrar ao público e a quem me chefia que se fosse possível eu tinha capacidade e conseguia dar tudo de mim. É isso que tem estado a acontecer na SIC CARAS... Cresci com a SIC, pessoal e profissionalmente, e tenho a felicidade de fazer o que gosto, em especial nesta altura.
– Este último ano foi muito dedicado ao trabalho. Deu para cuidar do lado pessoal?
Há sempre alguma coisa que fica para trás, mas eu precisava disto. Graças a Deus apareceu muito trabalho e eu agarrei-o com todas as forças que tinha. Claro que tive menos tempo para namorar, para mim e para os meus, mas eu também queria muito isto, portanto, tento conciliar tudo da melhor maneira.
– É importante ter alguém ao seu lado que apoie toda essa dedicação profissional.
Sim, o Rodrigo tem sido fundamental e celebra comigo todas as vitórias. Não temos os horários mais fáceis de conciliar, já que ele se deita e acorda cedo. Tem de se gostar, de compreender para que se possa aceitar esta vida e nesse aspeto tenho de lhe agradecer imenso, porque me tem dado muito força, a maioria das vezes não pelas coisas que diz, mas por aquelas que não diz [risos]. Não há queixas, não há lamentos e tentamos conciliar tudo e namorar sempre que temos tempo disponível.
– E o Natal, como vai ser passado?
A noite da Consoada vai ser em casa dos pais do Rodrigo e o dia com a minha família. Vamos alternando todos os anos e acho que assim é justo.
– Agora com o Rodrigo e os filhos dele, o Natal passou a ter mais significado?
Não, o Natal sempre teve imenso significado na minha vida. Somos uma família católica praticante e o Natal é, acima de tudo, o nascimento de Jesus, mas claro que a reunião familiar e a troca de presentes também são
importantes. Enriquece estar com o Rodrigo – que é a pessoa que eu amo e por quem
estou apaixonada – e com os filhos dele, o Miguel e a Maria, mas o meu Natal não mudou. São dias de família, de um encanto muito especial.
– E os presentes já estão comprados ou ficam para a úl­tima hora?
Gosto muito de pensar em pormenores, não compro nada ao calhas, e depois gosto de personalizar cada presente. Não sou de ir para os centros comerciais no último dia e gosto de ir comprando à medida que vou vendo alguma coisa que ache que tem a ver com a pessoa. Adoro fazer embrulhos, compro caixas e laços para tudo, nunca ofereço no saco original. É um ritual que me dá imenso prazer quando vejo as pessoas receberem os presentes. Acho que é uma forma especial de dar carinho.

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