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Dois meses após cirurgia mamária, Joana Câncio revela: “Sinto-me mais mulher”

Prestes a completar 29 anos, a atriz diz que se sente agora mais ‘sexy’ e que melhorou a sua autoestima. 

Cristiana Rodrigues
28 de dezembro de 2014, 10:00
2014 tem sido o ano de Joana Câncio. A atriz, que faz 29 anos no fim deste mês, recomeçou a trabalhar, reforçou os laços de amor com a filha, Constança, de dois anos, voltou a ter uma relação estável, mudou mais uma vez de casa – ao todo já lá vão 14 –, deixou de ser loura, aumentou o peito, recuperou a autoestima e reestruturou amizades. Dito assim parece que foi em três tempos que ‘arrumou a casa’. Mas não. Foram precisos quase 365 dias, muita dedicação, força de vontade e, acima de tudo, amor próprio. Joana, que até dia 4 de janeiro vai estar a dar vida à fada do açúcar no Musical Quebra-Nozes no Gelo, em cena no Campera, Carregado, sente-se renovada.
– Como se sente na pele de uma morena? 
Joana Câncio – Primeiro, quero dizer que esta drástica mudança de look se deve a uma campanha publicitária para uma empresa de telecomunicações que pretende revolucionar o mercado. Depois, confesso que não tem sido fácil. [risos] 
– Mas não gosta de se ver?
No início foi estranho, estava muito habituada a ver-me loura, mas é curioso que me sinto mais sexy assim... 
– Bem, mas para isso, e como nos revelou antes de começar esta entrevista, também contribuiu a cirurgia estética a que se submeteu... 
Sim, fiz um preenchimento mamário que já queria fazer há algum tempo. Depois de ter sido mãe da Constança, que vai fazer três anos, o meu peito ficou diferente e no meu corpo – embora eu ache que tenha não sei quantas coisas para mudar –, esta era a que mais me incomodava. Não me sentia inteira, sentia-me até um bocadinho desconfortável.
– Então foi uma decisão bem amadurecida?
Sim, principalmente quando percebi que estava em ótimas mãos. A Dra. Luísa Magalhães Ramos foi incansável no processo todo e apresentou-me um conceito que tem na clínica que se chama Mommy Makeover, ou seja, recuperar e dar uma nova forma a algumas partes do corpo que ficaram diferentes depois de termos sido mães. 
– Em nenhum momento vacilou? 
Em relação ao preenchimento não, mas tive dúvidas em relação ao tamanho. O tamanho do peito altera a nossa silhueta, a nossa postura e forma de estar.  Depois de muitos testes, muitas simulações e várias consultas, decidi-me. 
– Está feliz com o resultado?  
Estou muito feliz e não voltava atrás. 
– Sente-se mais segura, é isso? 
Isto não faz com que eu me sinta mais segura emocionalmente nem com mais confiança, mas sinto-me mais inteira. Estava sempre a disfarçar a falta de maminhas e a compor o look e agora não tenho esse problema. Pode parecer estranho, mas sinto-me mais mulher. 
– A recuperação foi fácil? 
Foi muito rápida e nos primeiros dias, em que há algumas limitações, o Bruno [ Oliveira] ajudou-me imenso. Esteve sempre ao meu lado, a mimar-me como uma princesa.
– Já não se sentia assim há muito tempo? 
Nem sei se alguma vez me senti assim tão mimada, tão bem tratada.
– Aliás, essa foi outra grande mudança na sua vida e até já partilham casa. Tem sido uma boa experiência?
Tem sido uma aventura muito boa. Apesar de estarmos a viver juntos, estamos a levar as coisas com calma, não damos nada como garantido. Estamos bem, sentimo-nos bem.
– Sente que com ele forma uma nova família? 
Sem qualquer dúvida. Tan­to que todos os anos no Natal tento reunir a família toda, e este ano nem vou fazer planos, pois sinto que junto do Bruno e da Constança tenho a minha família. 
– Estamos a pouco mais de um mês de entrar no novo ano. É boa altura para fazer balanços, traçar planos, pedir desejos? 
Para mim, o Ano Novo é o ano inteiro, porque eu passo a vida a fazer balanços e a pedir desejos. [risos] É o balanço do dia anterior, um desejo para o dia seguinte... 
– E que desejo é esse? 
Continuar a manter o espírito positivo.
– E 2014 vai ficar na sua memória como um ano feliz? 
Foi o ano mais transformador, foi um recomeçar. Voltei a trabalhar, a tratar de mim, apaguei da minha vida quem não faz falta, reestruturei amizades, encontrei um grande amor, consegui um equilíbrio fantástico entre mim e a minha filha. Foi, definitivamente, o meu ano!

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