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Núria Madruga e Vasco Silva: “Para nós o Natal é, acima de tudo, família”

Juntos há cinco anos, a atriz e o produtor fazem um balanço da relação.

André Barata
24 de dezembro de 2014, 16:30

A poucos dias do Natal, a atriz Núria Madruga e o produtor Vasco Silva, ambos de 34 anos, aceitaram o convite da CARAS para usufruírem de um fim de semana animado, na companhia dos filhos, Sebastião e Salvador, que têm agora três anos. Durante a sessão fotográfica, que ficou marcada por momentos únicos de cumplicidade, os quatro mostraram ser uma família unida e feliz. Ultrapas­sado o susto que sofreram com o nascimento prematuro dos gémeos, às 29 semanas de gravidez, na sequência de um problema no fluxo do cordão umbilical, consideram-se hoje pais mais descontraídos. Numa entrevista bem disposta, o casal fez um balanço positivo dos quatro anos de casamento – a somar a um de namoro –, revelou de que maneira o nascimento dos filhos veio reforçar os laços que os unem e ainda os planos que têm reservados para o futuro.
– Falem-nos um pouco sobre esta vossa primeira experiência como pais...
Núria Ma­druga –
Tem sido maravilhoso! A cada mês aparecem coisas diferentes, à medida que eles vão crescendo. Estão numa fase em que tudo evolui depressa. Poder acompanhar tudo isto a dobrar, porque eles são miúdos completamente diferentes, é muito estimulante.
Aos três anos, já se começam a evidenciar as diferentes personalidades dos gémeos?
Núria –
Desde bebés que sempre notámos que tinham personalidades distintas. O Sebastião é muito mais reguila, hoje foi um dia atípico, já que não o mostrou. [risos] Acho que é aquele caso em que são muito diferentes, mas completam-se. Tanto brigam como no segundo a seguir já estão aos abracinhos e a ajudar-se um ao outro. Dão-se realmente muito bem.
Que tipo de pai é o Vasco? Acha que se tem dado bem com este papel?
Bem, muito bem! [risos] Eles procuram o pai para as brincadeiras e a mãe para o mimo!
– E a Núria?
Vasco Silva –
A Núria é uma mãe exemplar, muito atenciosa. Tem um amor enorme pelos filhos e dedica-lhes a vida. Acho que eles sentem isso, é impossí­vel não sentir. É super presente, prefere sempre um programa que inclua estar com os filhos a qualquer outro.
– O nascimento prematuro do Sebastião e do Salvador despertou por certo o vosso instinto de proteção... Já consegui­ram descontrair um pouco?
Núria –
A partir do momento em que eles fizeram um ano, fomos conseguindo descontrair. Somos pais que querem que os filhos vivam, que estejam à vontade.
Vasco – Acho que o que passámos no início ajudou a que hoje vejamos as coisas de outra maneira.
– De que maneira é que a chegada de dois filhos mudou a vossa relação enquanto casal? Núria – Para mim, os filhos acrescentam muito sentido a uma relação. Tudo que fazemos é pensado em família. Prefiro muito mais os nossos programas a quatro do que ter a vida que tinha antes de eles existirem. Claro que sentimos falta de estar só os dois, mas conseguimos controlar isso bem. Eles precisam de nós e nesta fase exigem mais e isso para mim não é um sacrifício. Sinto-me feliz assim, dedicada à família.
– Procuram reservar algum tempo só para os dois?
Núria –
Sim, claro! Ainda há pouco tempo viajámos até Barcelona.
– A sua irmã, Dália, vai ser mãe novamente por estes dias...
Núria –
É verdade! Quando estiverem a ler isto já serei tia! [risos]
– Foi acompanhando a gravidez?
Não tanto como gostaria, porque a Dália agora vive em Elvas. Mesmo em relação ao meu sobrinho, não estou tantas vezes com ele como quando nasceu. Agora, com a Clarinha, vai ser diferente. Mas só quero que a minha irmã esteja feliz, e está! Construiu a família dela e decidiu estar um bocadinho mais longe, mas tudo bem. Estou desejosa que a Clarinha nasça, vai ser a princesa da família!
A chegada da sua sobrinha desperta a vontade de voltar a ser mãe?
Sim, claro! Não posso mentir, adoro ser mãe e adorava ter muitos filhos! Como puderam ver hoje, eles ainda dão um bocadinho de trabalho... [risos] E como são dois, gostaria que fossem um bocadinho maiores para depois cuidarem da mana ou do mano que vier. Mas gostava muito de repetir a experiência. E quem sabe virem outra vez gémeos! [risos]
Vasco – Respondendo diretamente à pergunta, temos de ter uma menina rapidamente! [risos] Duas, então, era o sonho!
Núria – O Vasco adorava que tivéssemos uma menina... Mas se fosse um rapaz também não me importava. Adoro rapazes.
– Falando do que vos trouxe aqui: é visível o entusiasmo dos vossos filhos com tudo o que diz respeito ao Natal...
Núria –
Eles adoram o Natal, adoram o Pai Natal! Passam, sem exagero, metade do ano a falar do Natal. Nem é tanto com os presentes, apesar de gostarem, claro, mas é com tudo o resto! Contagiam-nos muito nesta época, de que nós também já gostávamos, mas é como toda a gente diz: com crianças o Natal ganha outro sentido.
– É um Natal tradicional? Passado em família?
Às vezes juntamos o meu lado da família com o lado da do Vasco e passamos um dos dias lá em casa. Dá-nos prazer receber as pessoas, decorar a mesa, e os nossos filhos também sentem isso. Para nós, o Natal não é só presentes, é, acima de tudo, família.
Vasco – O Natal nunca foi indiferente para mim e para a Núria, é uma época de que gostamos muito, mesmo antes de termos filhos já o valorizávamos, e acho que acabámos por passar isso para eles.
– Para terminar, que balanço fazem destes cinco anos de vida conjunta?
Núria –
Acho que é um balanço bastante positivo! [risos] Dizermos que estamos a pensar ter mais filhos é a prova!
Vasco – Só faltam mesmo as meninas gémeas [risos].

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