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Cláudio Ramos passeia com a filha, Leonor, por Lisboa e conta como passam o Natal

O apresentador passeou com a filha, Leonor, de dez anos, pela Avenida da Liberdade, onde aproveitaram para comprar alguns presentes de Natal para a família.

Andreia Cardinali
24 de dezembro de 2014, 17:30
Apesar de viverem afastados  por centenas de quilómetros, já que Cláudio Ramos mora em Lisboa e Leonor, de dez anos, em Elvas, o apresentador e a filha mantêm uma rela­ção muito próxima e cúmplice. Cláudio não dispensa um dia de folga para um programa a dois e a verdade é que Leonor já o exige. “Antigamente ela entendia as minhas ausências com mais facilidade, hoje já pede que eu passe mais tempo com ela, para que todos os meus momentos livres sejam para nós os dois. Acho que tem também a ver com o facto de a Susana [mãe de Leonor] estar a lecionar fora de Elvas. Durante a semana ela está com a minha mãe e acaba por sentir mais falta dos pais, é natural. Sentimos, sim, que ela está mais carente, que precisa de mais apoio. E essa é uma luta que eu tenho com o meu trabalho, já que preciso de estar um pouco mais presente”, explicou o apresentador. Por isso, o último fim de semana antes do Natal que passaram em Lisboa teve um significado especial para ambos. 
– Estes programas são habituais... 
Cláudio Ramos – Sim, fazem parte. É a minha obrigação e ela também vai exigindo cada vez mais que assim seja. A Leonor sempre foi muito espevitada e com o avançar da idade está mais. Já é uma grande companheira. 
– E o que fazem habitualmen­te? 
Compras [risos], que é o que ela mais gosta. Vamos ao cine­ma, comemos fora, passea­mos e conversamos muito. Ela conversa sempre muito, faz imensas perguntas sobre tudo. Prefere estar na sala a conversar comigo do que no quarto a ver televisão. 
– Fazem juntos as compras de Natal? 
Hoje vamos comprar para as minhas sobrinhas, mas para ela compro sozinho. Ela faz uma lista que começa em fevereiro [risos]. 
– Ela ainda acredita no Pai Natal? 
Já não, mas sabe que é a ele que tem de escrever a carta. E escreve uma para mim, outra para a mãe e outra para as avós, tudo diferente [risos]. Ela pede tudo a toda a gente e depois logo se vê, nunca sabe o que lhe pode calhar. 
– E isso é decidido em família? 
Claro. As avós têm livre arbítrio, mas eu e a Susana não. Conversamos e decidimos o que lhe vamos oferecer, já que depende muito da maneira como ela se comporta. Ela sabe que os presentes são um reflexo do seu dia-a-dia e da maneira como se comporta. 
– E como consegue não ceder a esses pedidos? 
É difícil, porque ela sabe quando se porta mal, pede desculpa e a seguir tenta compensar e portar-se bem. Mas também sabe que há datas específicas para receber presentes e que as desculpas não servem, que tem mesmo de se portar bem. Mas nós também não temos muita razão de queixa dela, é muito boa aluna, muito responsável. 
– Tem receio de que ela se torne demasiado crescida para a idade? 
Ela é mesmo muito adulta, mas acho que isso foi fruto do crescimento e do facto de eu ter estado sempre fora. Depois, é uma menina e as meninas são sempre mais adultas para a idade. Ela é muito esperta e tenho a certeza de que está a ouvir a nossa conversa [risos]. 
– Como é que lida com esta fase da pré-adolescência? 
Ao mesmo tempo que é mui­to adulta, também é muito bebé. É a mais baixa da turma, a mais magrinha e é muito feminina, muito coquete. Ela adora compras, roupas e o consumismo das lojas, adora ser pirosa. Eu vejo tudo com naturalidade e acho que faz parte da idade. Desde que não descuide os estudos e as atividades que tem, fico muito tranquilo. Ainda não me apresentou nenhum namorado... não é mau... [risos]. 
– E está preparado para quan­do acontecer? 
Não, e também é muito cedo para pensar nisso. Mas não sou um pai possessivo, nem lhe quero criar medos que a impeçam de me contar o que quer que seja. Agora, qualquer coisa ela pega no telefone, liga-me e desabafa e quero é que se mantenha assim. 
– E distingue facilmente o papel de pai do de amigo? 
Com muita clareza. Ela sabe que eu não sou o melhor amigo, que sou o pai. Quero que ela saiba que pode contar sempre comigo, mas não quero que me venha contar coisas que são dela e que deve partilhar com as amigas. Ela sabe... 
– E o Natal, como vai ser passado? 
Como a minha família e a da Susana vivem muito perto, é a Leonor que decide o que quer fazer no Natal. Geral­mente janta em casa da minha mãe e passa o dia 25 com a mãe dela, mas às vezes decide que quer estar com um de nós noutra altura e acabo por levá-la ou a Susana trazê-la [risos]. Como temos todos uma boa relação, não há problemas. Não há um ano que não a leve a abrir os presentes em casa da mãe depois de os abrir comigo. Vamos à Missa do Galo e só abrimos mesmo os presentes depois da meia-noite.

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