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Mordida por um cão e operada ao braço, Manuela Moura Guedes já está em casa

Na véspera de ter sido mordida por um dos seus cães e operada de urgência a um braço, a apresentadora esteve num ‘cocktail’ no El Corte Inglés.

CARAS
13 de dezembro de 2014, 12:00

Manuela Moura Guedes não ganhou para o susto na manhã do passado dia 3. Sozinha em casa com os seus três cães, dois Labradores e um Jack Russel, decidiu separá-los quando estes começaram a lutar. Preocupada com eles, agiu por instinto e colocou-se no meio dos três. Imediatamente foi mordida no braço, que ficou imobilizado, e cheia de dores. Conseguiu ligar ao marido, José Eduardo Moniz, que a levou ao Hospital de Cascais, onde foi operada de urgência. Ali soube-se que tinha o cúbito, um osso do antebraço, partido, o que obrigou à colocação de uma placa. Além disso, também levou alguns pontos. A CARAS sabe que os médicos queriam que a apresentadora ficasse internada, mas Manuela Moura Guedes assinou um termo de responsabilidade e optou por recuperar em casa, onde se sente melhor. Esteve no Hospital de Cascais até às 23h de quarta-feira e, depois de uns últimos exames, pôde regressar a casa. Contactada pela nossa revista, a apresentadora de Quem Quer Ser Milionário não quis adiantar muito, mas garantiu-nos que está a recuperar bem, apesar de sentir muitas dores. “Está tudo a correr dentro do normal.” Manuela Moura Guedes continua a ser seguida no Hospital de Cascais e anda agora de braço ao peito até recuperar totalmente.
Na véspera destes acontecimentos, a jornalista tinha estado no cocktail de Natal da Hermès, Prairie e Shiseido no El Corte Inglés. À margem do evento, não escondeu que este Natal vai ser mais doloroso por ter perdido o pai, Secundino Outeiro Pereira, este ano. “Não gosto muito do Natal, nunca gostei, só mesmo em miúda. A única coisa de que gosto é do dia de Natal, porque é quando a família se reúne. Mas este ano vai ser mais triste, porque, na vida, as pessoas vão desaparecendo e este Natal vai-me recordar essas pessoas, especialmente o meu pai. A vida fica mais vazia, há lugares vazios, e como o Natal é a reunião da família, isso é mais sentido. E há lugares que não se ocupam...”, desabafou, emocionada.   

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