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José Sócrates quebra o silêncio

Através do seu advogado, João Araújo, o ex-primeiro-ministro enviou um comunicado à TSF onde afirma que os crimes de que está indiciado são "imputações absurdas, injustas e infundamentadas"

CARAS
27 de novembro de 2014, 00:29
Após dois dias de prisão preventiva, José Sócrates quebra o silêncio através de um comunicado enviado à  TSF. O ex-primeiro-ministro diz que os crimes de que está indiciado são "imputações absurdas, injustas e infundamentadas." Na declaração enviada através do seu advogado, João Araújo, Sócrates diz que a prisão preventiva é uma decisão "injustificada, e constitui uma humilhação gratuita".
O antigo secretário geral do Partido Socialista começa o comunicado a sublinhar que está "há cinco dias fora do mundo", e que só agora começa a tomar consciência de que "as imputações e as circunstâncias devidamente seleccionadas" contra ele pela acusação, ocupam os jornais e as televisões. Sócrates avisa que irá, "conforme for entendendo, desmentir as falsidades lançadas" sobre ele e responsabilizar "quem as engendrou". Termina o texto escrevendo que "este processo só agora começou".
Antes do envio deste comunicado à redação da TSF, o advogado de José Sócrates disse à Agência Lusa que vai pedir na próxima semana a libertação do ex-primeiro-ministro, por considerar que a prisão preventiva é ilegal. João Araújo indicou que o recurso que irá apresentar no Tribunal da Relação de Lisboa visa a libertação do ex-líder socialista, justificando que a sua detenção está ferida de ilegalidade por "questões substanciais", sem referir quais.



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