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Adriane Galisteu sobre o filho: “Ele é muito amado, mas não tem tudo o que quer”

Vittorio tem quatro anos e é fruto da relação da apresentadora com o empresário Alexandre Iodice.

Redação CARAS
17 de outubro de 2014, 18:18

Aos 41 anos, Adriane Galisteu tem no filho, Vittorio, de quatro anos, a sua maior prioridade. “Todo o tempo que tenho é para ele. Eu fico em segundo plano”, conta a apresentadora à CARAS Brasil, referindo-se ao filho, que é fruto da união com o empresário Alexandre Iodice. Adriane assume que nem sempre é fácil conciliar uma vida profissional muito preenchida com o papel de mãe e mulher, mas que o balanço é positivo, apesar de continuar a sonhar com o reconhecimento do seu empenho: “Trabalho há 20 anos, sei o que faço, por isso a minha hora vai chegar e acho que não vai demorar muito. A minha vida exigiu muito de mim desde pequena, tive que crescer à força e tomar decisões muito cedo. Passei por dificuldades, mas isso ajudou-me a tomar certas decisões sozinha, fossem elas certas ou erradas. Amadureci rapidamente. A vida que eu conquistei é muito maior do que o podia imaginar. Sou uma mulher feliz com as coisas que tenho e muito grata a Deus”.
Mas a apresentadora reconhece que Alexandre Iodice, com quem está casada desde 2010, também tem sido um grande apoio para que as coisas corram da melhor forma. “O Alexandre é um grande pai. Antes de o conhecer, eu já quase pensava que nunca seria mãe, que ter filhos não era para mim. Até que o encontrei. A base para um relacionamento saudável é a admiração que sentimos por quem está ao nosso lado”, explica, antes de confidenciar que ela e o marido pretendem aumentar família. “Estamos a tentar ter mais um filho, mas isso não depende de nós. Se tiver que ser, será, caso contrário, não acontecerá. Deixo isso nas mãos de Deus, não vou fazer nenhum tratamento porque a hipótese de ter gémeos ou trigémeos é enorme”, conta. “É um desejo que temos. O Vittorio não foi programado, mas foi ótimo porque sempre quis ser pai”, acrescenta Iodice.
Adriane Galisteu refere ainda que um dos pilares da educação de Vittorio é o diálogo e algumas regras: “Por mais que eu tente dar o meu melhor, nem sempre isso é o melhor para ele. Nós falamos muito sobre isso. Ele é um menino muito amado e até há pouco tempo era o único neto de ambos os lados [da família]. Mas não tem tudo o que quer”.

 

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