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Xana Nunes e Tó Ricciardi celebram 19.º aniversário de casamento

A ex-manequim e o DJ viveram um fim de semana descontraído, totalmente dedicado a si próprios e aos filhos, Carolina, António e Vicente.

Andreia Cardinali
27 de setembro de 2014, 14:00

Muito ligados às memórias, Xana Nunes, de 49 anos, e Tó Ricciardi, de 47, escolheram o Hotel Ritz para celebrar o seu 19.º aniversário de casamento, até porque foi ali que a proprietária da agência de comunicação XN Brand Dynamics viveu muitos dos seus momentos como manequim nos desfiles de alta costura, ocasião em que se conheceram. 
Para partilhar este momento especial, a ex-manequim e o DJ e empresário contaram com a presença e carinho da filha de Xana, Carolina, de 25 anos, e dos filhos de ambos, António, de 18 anos, e Vicente, de oito. 
Habituada a lidar com a imprensa há décadas, coube a Xana a ‘responsabilidade’ de explicar o sucesso da sua relação.
– Como descreve estes 19 anos? 
Xana Nunes –
Têm sido bons. Estamos juntos há 21 anos e temos sido muito amigos um do outro... Temos aprendido muito juntos, tem sido uma vida muito feliz e construímos uma família muito simpática... São todos muito lindos [risos]. 
– Como lidam com os altos e baixos da relação? Tem por certo de haver cedências... 
Naturalmente, e de parte a parte. Não acredito em caras-metades, cada pessoa é um ser... Somos duas pessoas que caminham lado a lado. Acho que a dificuldade das pessoas que estão juntas há muitos anos é a de perceberem que há fases em que a outra pessoa pode precisar de espaço, ou de tempo, ou estar mais dedicada ao lado profissional. Acima de tudo, tem de haver compreensão e isso só se consegue com amizade. 
– E sempre foi fácil entender as ocasiões em que o outro precisa de ‘respirar’? 
Somos muito parecidos e acho que sempre fizemos para nos entendermos um ao outro e percebermos as fases por que cada um está a pensar. 
– É esse o segredo? 
Sim, e também acreditar no projeto família. Acho muita graça a estas novas família, do meu, o teu e o nosso, mas também acho que se conseguirmos manter a estrutura e as crianças viverem na mesma casa e todos os dias com os mesmos irmãos, também é muito importante e traz muita estabilidade. Sou uma pessoa de família, o Tó também e talvez o nosso passado familiar, já que os pais dele estiveram juntos até ao fim e os meus ainda estão, nos tenha ajudado. Se calhar é mesmo genético... 
– São pais permissivos ou autoritários? 
Muitas vezes os perigos e medos dos pais são as noites e isso lá em casa não existe. O Tó trabalha de noite e não é a noite que traz os perigos. Nunca tivemos de ser autoritários, nem nos interessa as horas a que che­gam a casa, interessa-nos, sim, saber com quem estão, onde estão e como estão. É importante que se divirtam, mas que tenham responsabilidades, tal como nós, pais, temos, que temos tempo para trabalhar, divertirmo-nos, cuidar da família e ainda namorar. Tendo esses exemplos em casa, eles acabam por fazer igual e sempre foram muito responsáveis. Com equilíbrio tudo funciona. 
– Falou em namorar. Con­seguem ter tempo para isso? 
Claro, mas temos de fazer umas fugidas, como acontece habitualmente nesta data. Este ano é que quisemos estar todos juntos, mas também esta é uma celebração da família, pois foi neste dia que tudo começou. 
– Mudando um pouco de assunto: há dois anos criou o Lisbon Week. Como concilia a vida familiar com a profissional? 
Durante os eventos que fiz conheci palácios maravilhosos em Lisboa e comecei a achar que seria simpático e democrático fazer isso para toda a gente. Foi assim que nasceu o Lisbon Week, um evento em que trabalho Lisboa como uma marca de luxo: durante um determinado período de tempo, ‘abro’ a nossa cidade escondida e luxuosa ao público em geral. Começou por ser uma iniciativa anual, agora passou para bienal e vai voltar a realizar-se em abril do próximo ano, na zona de Alvalade. Naturalmente que quando estou a preparar tudo, pois é um processo que demora, acabo sempre por ter menos tempo para a família, mas eles entendem e até me dão opinião sobre os locais, assim como a perceber qual a melhor forma de chegar aos mais diversos públicos.

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