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Nuno Gomes de Carvalho e Brunna Borbón Neves sonham em vir viver para Portugal

Casados há oito meses, o empresário português e a advogada brasileira mostram-se cada vez mais apaixonados.

Joana Brandão
27 de setembro de 2014, 16:00

Oito meses depois de terem protagonizado um casamen­to de sonho em Cuiabá, no Brasil, Nuno Gomes de Carvalho e Brunna Borbón Neves passaram uns dias em Portugal e falaram com a CARAS sobre o que mudou nas suas vidas depois do emocionado ‘sim’ a que assistimos em exclusivo. Cúmplices e apaixonados, o empresário português, de 27 anos, e a advogada brasileira, de 22, dividem-se entre Cuiabá, São Paulo, onde vivem e Nuno tem negócios, e Portugal, para onde viajam de três em três meses para matar as saudades da família e dos amigos dele. Com o futuro bem planeado, e a mudança para Portugal no horizonte, Nuno e Brunna querem vingar profissionalmente e viajar pelo mundo antes de cumprirem o desejo de ter filhos.
– Como foram estes primeiros meses de casamento?
Nuno Gomes de Carvalho – Temos uma estrutura bem montada, estamos super relaxados e as coisas têm corrido com naturalidade. O nosso dia-a-dia continua a ser praticamente o mesmo, porque já passávamos muito tempo juntos quando namorávamos...
Brunna Borbón Neves – Mais ou menos... Agora é um bocadinho diferente, porque moramos na mesma casa e estamos sempre juntos. Além disso, na nossa casa, se não formos nós a fazer as coisas elas não aparecem feitas, e só isso já é uma grande diferença. Mas é verdade que é muito gostoso termos o nosso espaço.
Estão em Portugal de férias. Tem muitas saudades do seu país, Nuno?
Nuno – Vimos cá de três em três meses, porque sinto muita falta disto tudo: da família, do estilo de vida, das minhas coisas...
Brunna – Eu adoro Portugal, por isso é com todo o gosto que vimos visitar a família e os amigos. Quando cá estamos há sempre muita animação e já me sinto em casa.
Lembro-me de que chegaram a falar em vir viver para Portugal no futuro. A ideia mantém-se?
Nuno – A nossa ideia é estabilizar os nossos negócios no Brasil e ver até onde podemos crescer antes de virmos para Portugal. Além disso, primeiro a Brunna ainda tem de se afirmar profissionalmente lá. No entanto, como temos casa nos dois países, e profissões liberais, podemos dividir o ano entre cá e lá. Só quando decidirmos ter filhos é que teremos de estacionar em Portugal e gerir os negócios a partir daqui.
Já estão a pensar em filhos?
Brunna – Ainda sou mui­to nova. Acho que antes dos filhos temos de crescer juntos, viajar, estabilizar a nossa vida financeiramente, para não dependermos de ninguém quando formos pais.
Quando se casou, a Brunna ainda estava a terminar o curso de Direito. Como está a ser a sua entrada no mercado de trabalho?
– Para já estou a trabalhar na empresa do meu pai e num escritório de advogados e estou a gostar muito.
Nuno – Es­tou ansioso por vê-la a afirmar-se profissionalmente, independente dos negócios da família. Até porque, no futuro, teremos de ver o que é que ela gostaria de fazer, porque o curso dela não tem equivalência em Portugal. Bem, acima de tudo, quero que tenha muito sucesso. É mesmo importante cada um de nós ter a sua carreira, independente, para mantermos uma relação saudável.
A família da Brunna recebeu o Nuno de braços abertos. E os seus amigos?
Brunna – Eles adoram o Nuno e estamos muitas vezes juntos. Tal como eu, o Nuno habituou-se a ter a casa sempre cheia, os nossos pais gostam muito de receber os amigos, por isso é com naturalidade que fazemos jan­tares em nossa casa. Além disso, o Nuno cozinha muito bem e já os conquistou com as receitas portuguesas.

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