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Ana Rocha dedica texto à filha

Amália completa seis meses amanhã

Ana Rocha
6 de setembro de 2014, 22:49

Na véspera de festejar seis meses de vida da filha, Amália - fruto a sua relação com Pedro Mendonça - Ana Rocha escreveu um texto que partilhou no seu blogue, Anita Mamã.

"É um marco importante"- dizia uma amiga no outro dia ao telefone. 

É. O primeiro meio ano. 

À medida que os filhos crescem com eles o amor também. Nāo só o peso deles na balança como também os cm na fita métrica. Mas mais que tudo: o que nos vai na alma e no coraçāo cresce. 

Um chorrilho de lugares-comuns mas que nāo há como dizer de outra forma. 

Tentamos evitar o massacre ao amigo que encontramos por acaso, ao familiar que nos visita, ao amigo com quem marcamos, ou mesmo ao profissional com quem trabalhamos... O massacre do álbum fotográfico, dos vídeos, das descrições longas sobre os grandes feitos dos nossos pequenos rebentos. As novas e as fantásticas acrobacias. A felicidade que nos invade a vida de ternura. Tentamos. Sim, eu disse tentamos. 

Nem sempre conseguimos.  

E por isso mesmo aqui vai...

Se antes eu dormia de manhā sempre que podia. Agora durmo de noite sempre que posso.

Acordo com a luz radiante da gargalhada de uns 60 cm de gente. 

E que bom. Tāo bom.

Esta miúda ri como o pai. Ri para o mundo como a vida em dia de euromilhões. Rebola para a direita e para a esquerda sem medo das quedas. Nāo desiste de tentar, nāo desiste de avançar como pode, como a deixam. 

São apenas 6 meses mas quando forem 60 gostava que de ti dissesse o mesmo: Esta princesa, rainha, ri como o pai. Ri para o mundo como a vida em dia de euromilhões. Continua sem medo das quedas. Nāo desiste, nāo deixa de tentar até conseguir, de avançar. 

Nāo será preciso dizer que a viagem ainda é curta mas vai brilhante. 

Como se quer. Como se gosta. Como se ama. 

Temos sorte. Tanta sorte.

Tantas vezes paramos a olhar e pensamos: 

"É a nossa filha. Já viste como tornou fabulosa esta vida?!"

Nem sempre é fácil como tantas vezes dizia. Mas, muito mais ainda, é centenas de vezes fabuloso, tāo incrível que nos apaga da memória o lado difícil. 

Bom... Difícil... Difícil também nāo diria... 

Menos fácil, sāo as palavras que escolheria.   

Seis meses já faz a pequenina."

 

 

 

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