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Catarina Furtado: Aroma do café desperta memórias de infância

A apresentadora aproveitou uma pausa nas gravações de “Chefs’ Academy” para ir ao Algarve e ficar a conhecer a primeira butique Nespresso daquela região. Catarina aproveitou a ocasião para beber um refresco de café, bebida muito apreciada pelo pai, o jornalista Joaquim Furtado.

Redação CARAS
22 de agosto de 2014, 10:30

Sem férias este verão, já que, terminado o programa The Voice Portugal, está em gravações para Chefs’ Academy, ambos na RTP, Catarina Furtado aproveitou uma pausa na sua agenda profissional para rumar ao Algarve. A ocasião serviu para que a apresentadora conhecesse a primeira butique da Nespresso na zona sul do país, instalada no Fórum Algarve, em Faro. O ambiente e os aromas da loja remeteram-na para algumas histórias de infância: “O café traz-me muitas memórias de infância, e por isso pedi para me fazerem um mazagrã, que era a bebida que a minha mãe fazia sempre para o meu pai [o jornalista Joaquim Furtado] durante as nossas férias grandes, em que íamos para a praia. Há esse cheiro do refresco e há o cheiro que acompanha a carreira toda do meu pai. Lembro-me muito bem dele no escritório a escrever as suas reportagens e a beber imensos cafés.”
Entre a azáfama diária de cuidar dos filhos, Maria Beatriz e João Maria, de oito e seis anos, respetivamente, do casamento com o ator João Reis, e as responsabilidades profissionais, Catarina garantiu que a pausa para o café é o seu momento preferido do dia: “Não saio de casa sem beber o meu Nespresso, é o meu bocadinho somente dedicado a mim. O que acontece é que muitas vezes, com tudo o que tenho de fazer de manhã, desde o ritual de beleza a ter de tratar dos filhos – faço questão de ser eu a fazê-lo – e tomar o pequeno-almoço, que é a refeição a que dou maior importância e tenho muito cuidado... quando chega a hora do café, já não dá, e então pego na chávena e levo-a comigo para o carro e é um prazer inacreditável ter aquele momento só meu.”
A presença de Catarina neste novo espaço atraiu curiosos e admiradores e, consequentemente, diversos pedidos de fotos e autógrafos, que satisfez com agrado: “Há 23 anos que é assim, faz parte da profissão. Já não sei o que é não ter isto. Faz parte e é normal que assim seja. Claro que tenho mais cuidado quando vou com a minha família, pois é mais maçador para eles, mas é um gosto para mim. Não fico nada cansada e gosto de sentir este carinho por parte das pessoas”, explicou, sorridente.

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