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Graziela Schmitt disse adeus a Lisboa com um passeio romântico

A protagonista de ‘Belmonte’ passeou com o namorado, o também ator Paulo Leal, pelas ruas da capital.

Redação CARAS
16 de agosto de 2014, 14:00

Depois de ter vivido um ano em Lisboa, onde abraçou o papel de Paula Belmonte, protagonista da novela Belmonte, da TVI, Graziela Schmitt, de 33 anos, já regressou ao Rio de Janeiro. Mas antes passeou com o namorado, o também ator Paulo Leal, de 29, pelas ruas da capital e conversou com a CARAS sobre esta experiência que a levou a estar longe daqueles que mais gosta. A atriz garantiu ainda que a distância fortaleceu a sua relação com Paulo e a tornou ainda mais apaixonada. Sentimento partilhado pelo ator.
– Como conseguiu lidar com as saudades durante um ano?
Graziela Schmitt –
Os meus pais estiveram cá duas vezes e o Paulo, sempre que arranjava um espaço nas gravações da novela em que estava a participar, vinha ter comigo. Acho que conseguimos transformar esta minha vinda numa oportunidade para conhecer melhor Portugal e a Europa. Conheci um país maravilhoso e muito diferente da ideia que tinha. Este país é deslumbrante. Estou apaixonada por Portugal, e o Paulo também.
– Mesmo assim, é diferente de viver junto deles...
Sim, é verdade, é claro que senti saudades do Brasil, mas acho realmente que eu e o Paulo gerimos a distância de uma forma muito proveitosa para ambos e para a nossa relação.
Paulo Leal – Graças à tecnologia, conseguimos manter o nosso amor fortalecido. Apoiámo-nos muito e falámos várias vezes ao dia, e isso ajudou. É muito diferente do toque, do cheiro, de olhar no olho, mas foi muito bom quando a vinha visitar. Foi muito gratificante ver o trabalho dela cá e o carinho que as pessoas têm por ela. Acho até comovente. Mas é assim, a saudade existe, ela estava a trabalhar aqui e eu lá, mas minimizámos isso ao saber que cada um de nós estava bem. Já não nos víamos há 50 dias e assim que arranjei um tempinho vim a correr!
– Apaixonaram-se enquanto contracenavam juntos como irmãos. Serem ambos atores facilita a relação?
Graziela –
Facilita muito, o entendimento é outro e o facto de eu me ter mudado para outro país é o exemplo disso. Temos de estar abertos às possibilidades que a carreira de cada um pode trazer e dessa forma influenciar a nossa relação.
Paulo – Felizmente, pensar assim é uma característica de ambos. Não somos só atores, buscamos os desafios e corremos atrás deles. Por isso não há como colocar barreiras. Jamais iremos impedir o outro de alcançar coisas maiores.
– Entender essa liberdade individual fortalece a relação...
Graziela –
Muito. Acho que ninguém deve desistir de uma coisa importante em prol do outro, pois daí em diante a relação será sempre carregada com esse fardo. Há, obviamente, que distinguir o que é de facto importante do que não é, e isso faz-se conversando a dois.
– Como atriz, foi gratificante trabalhar em Portugal?
Muito. Fico muito feliz por sentir que fiz a escolha certa. Vir fazer Belmonte era algo que estava escrito, tinha mesmo de ser. Eu estava com dois espetáculos no Brasil e larguei tudo. O saldo é superpositivo e nós conversámos muito sobre isso. Foi muito bom ter vindo para cá, pois isso trouxe-nos também a possibilidade de conhecer novos lugares juntos e pessoas que jamais esqueceremos. O elenco da novela é dos melhores com que já trabalhei. São amigos que vou levar para a vida.
– É reconhecida e abordada pelos portugueses na rua?
Sempre. Os portugueses são muito educados, têm uma forma de falar muito carinhosa. É muito bom sentir este retorno de um trabalho que fazemos com tanto carinho.
– Agora que a Graziela vai deixar o nosso país, qual é o vosso objetivo enquanto casal no Brasil?
Paulo –
Termos uns seis filhos! [Risos] Na verdade, eu agora não estou na minha cidade. Nós vivemos no Rio e eu estou a trabalhar em São Paulo, por isso iremos continuar numa ponte aérea, mas desta vez bem mais curta.
Graziela – Eu preciso de estruturar a minha vida no Brasil e tenho de perceber os projetos que já tenho agendados. Só quando perceber como tudo se vai processar dará para entender como vamos fazer.
– Não tem, então, projetos neste momento?
Há a possibilidade de regressar ao teatro, em agosto, mas ainda não está certo. E tenho ainda de perceber onde vou passar mais tempo, se no Rio se em São Paulo, para ver como avançar.
– E dos planos a dois faz parte o casamento?
Paulo –
Para já, queremos aproveitar a vida e viajar muito. Gostamos de ser namorados. [Risos]
Graziela – Vivemos muito o presente, sem pressa do futuro. Nem sei se vamos casar-nos um dia, pois nenhum dos dois tem essa vontade. Falamos, sim, sobre morar junto, e para nós isso já será estarmos casados. Acreditamos que as coisas surgem todas na hora certa.
Paulo – Nós temos um lado meio nómada. Eu já morei fora, a Graziela esteve aqui e agora andamos a pensar onde iremos em seguida. Com a nossa profissão, não dá para fazer grandes planos. Um filho seria ótimo, mas teria de gostar de viajar. [Risos]
– Sentem que se encontraram na altura certa?
Graziela –
Sem dúvida. É engraçado, porque tínhamos muitos amigos em comum e nunca nos tínhamos visto. Foi na hora certa.
Paulo – A Graziela é uma mulher muito especial e talvez eu não tivesse aguentado este tempo todo longe se ela não me passasse a segurança toda que passou. E talvez eu não tivesse acreditado que daria certo se não soubesse o valor que ela dá à nossa relação.

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