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Diogo Amaral e Vera Kolodzig: “Estamos extraordinariamente felizes”

O casal de atores aguarda com tranquilidade o nascimento do primeiro filho.

Redação CARAS
10 de agosto de 2014, 14:00

“Extraordinariamente felizes”, é assim que Diogo Amaral e Vera Kolodzig se sentem a dois meses de serem pais pela primeira vez, de um menino, que deverá nascer no início de outubro.
– Chegaram a um ponto da vossa relação em que decidiram que queriam ser pais ou aconteceu?
Diogo Amaral – Era uma coisa que queríamos. Se não tivéssemos esta experiência seríamos incompletos. Agora não chegámos a um ponto da relação e dissemos: tem de ser agora! Aconteceu.
Vera Kolodzig – Estamos os dois muito felizes. Este ano estão a acontecer-nos coisas incríveis, tudo se tem complementado de forma muito boa.
– Por isso dizem estar “extra­ordinariamente felizes”...
Diogo – É preciso que se perceba que isto não é uma coisa que aconteça ao virar da esquina. Termos um ano em que começámos a fazer um projeto que queríamos muito, que era escrevermos os dois um livro, depois durante esse processo soubemos que íamos ser pais, que não era uma coisa planeada, e durante isto tudo ainda nos convidaram para fazermos um trabalho juntos. Por isso é que nós dizemos que estamos extraordinariamente felizes e estamos numa fase incrível. É toda uma sequência de eventos que nos faz sentir que somos mesmo uns privilegiados, temos uma vida do caraças, somos uns sortudos, por isso temos mais é que aproveitar este momento. Eu não sou católico, mas se fosse ia a Fátima de joelhos. Não vou, mas todos os dias quando acordo agradeço, paro muitas vezes durante o meu dia para agradecer tudo o que tenho e saborear... Acho que o meu filho vai ser um puto que vai chorar imenso, porque quando a esmola é grande o pobre desconfia [risos]!
Vera – E a gravidez está a correr maravilhosamente. Ainda não parei de trabalhar, as pessoas acham que por estar grávida me vou sentir cansada, mas não. Estou a gostar muito de estar grá­vida, de ver o meu corpo a mudar todos os dias e tudo é bom.
– E já escolheram o nome?
Vera – Ainda não. É uma res­ponsabilidade muito grande dar um nome a uma pessoa.
Diogo – As sondagens inicialmente davam que ia ser uma menina, então já tínhamos um nome decidido. Depois fomos fazer uma ecografia e descobrimos que era menino.
Vera – O Diogo costuma dizer: “Tenho de gostar de me ouvir dizer esse nome.” E é verdade. Logo se vê quando olharmos para a cara dele.
– Ninguém está prepara­do para ser pai. Mas vocês parecem muito confiantes...
Diogo – A minha mãe é educadora de infância. Tenho uma consultora à distância de um telefonema. E vou fazer um workshop de mudar fraldas no infantário da minha mãe. E depois, mudar fraldas vai ser tipo mudar os pneus num carro de Fórmula 1: vou ser tipo pit stop em dois segundos e meio [risos].
– Já têm tudo preparado para a chegada do bebé? Já fizeram as compras todas?
– É um work in progress. E há todo um novo universo que é o quarto... Comecei logo cheio de vontade! Já montei um berço, já o lixei, já o pintei, e já o desmontei todo para o meter numa carrinha, porque afinal aquele berço não servia. Era o meu berço de quando era bebé... As crianças da era moderna já não podem ter berços como eu tive, pelos vistos. Era muito giro o meu filho dormir no mesmo berço que eu, mas não deu.
Vera – Não temos o berço, mas temos imensas roupinhas do Diogo. Claro que é bom comprar coisas novas, mas há certas coisas que é muito bom recuperar e herdar.
Diogo – Já temos um cubo pro­jetor de estrelas e luas para o tecto que é incrível. Ainda não sei bem quem vai usar aquilo, se ele ou eu. É espetacular, estou deslumbrado com os brinquedos dele.
– Depois do filho vem o casamento?
– Não acredito no juramento, não acredito em dizer: “Juro amar-te e respeitar-te na saúde e na doença até que a morte nos separe.” Não acredito, porque se ela me começar a bater e a chamar nomes todos os dias... E não juro coisas que não posso cumprir.

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