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Ana Sofia Martins: “Não acredito na perfeição, mas adorava ser perfeita”

A manequim assumiu o namoro com Tomás Barroso, irmão do ator Pedro Barroso.

Marta Mesquita
16 de agosto de 2014, 10:00

Ana Sofia Martins, de 27 anos, é de gargalhada fácil e em todas as ocasiões deixa transparecer o seu lado mais descontraído e divertido. Contudo, isso não a impede de ser igualmente uma mulher confiante, que luta diariamente para realizar as suas ambições profissionais. A conduzir o programa A Minha Vida Dava um Blog, na SIC Mulher, e a trabalhar como apresentadora em part-time na MTV Portugal, Ana Sofia continua a dar cartas no mundo da moda, o que justificou a sua nomeação para Melhor Modelo Feminino nos últimos Globos de Ouro. A par disso, a apresentadora e manequim criou recentemente o seu blogue, Universo da Ana Sofia, no qual partilha com os leitores sugestões de culinária, desporto, viagens, arte e beleza.
Se profissionalmente Ana Sofia atravessa uma fase particularmente feliz, o mesmo acontece no campo pessoal, uma vez que assume agora o seu namoro com o basquetebolista do Sport Lisboa e Benfica Tomás Barroso, irmão do ator Pedro Barroso.
Numa conversa descontraída, a apresentadora e manequim partilhou os sonhos ainda por realizar e revelou o que torna a sua vida maravilhosa.
 

- Ana, a sua vida dá mesmo um blogue?
Ana Sofia – A minha vida dá um blogue muito preenchido! Acho que a minha vida está a encaixar-se bem no blogue e vice-versa. Não é fácil, porque deixei de escrever só por prazer e passei a fazê-lo também por obrigação. Mas é bom sentir que há muitas pessoas que se relacionam com aquilo que escrevo, apesar de eu ter uma vida diferente daquilo a que estão habituadas.
– Neste momento, mudaria muita coisa na sua vida?
– Neste momento não mudava nada na minha vida, porque estou mesmo feliz. Tenho trabalhado muito para isso e nada me foi dado de mão beijada. Todos os sacrifícios que fiz, como ir trabalhar para fora e estar longe da minha família e amigos, valeram a pena, porque estou a conquistar o meu lugar ao sol e estou a chegar onde quero, apesar de não ter definido uma meta. Não gosto de ter objetivos rígidos.
– É, então, uma mulher mais impulsiva?
– Gosto de perspetivar o meu percurso profissional, mas na minha vida pessoal sou muito impulsiva, até demasiado. Faço sempre as coisas sem medir as consequências. Na vida pessoal, às vezes sou um bocadinho tonta e confio muito nas pessoas, mas no campo profissional estou sempre com os dois pés atrás.
– Há uma Ana Sofia profissional e outra pessoal?
– Há, sim. A Ana Sofia profissional é um bocado chata e exigente, mas exijo porque dou muito. E, pensando bem, na minha vida pessoal também sou assim. Não consigo viver sem esperar nada em troca. É triste quando as pessoas não estão à altura... Mas também não repito erros e não gosto de ir pelo mesmo caminho vezes seguidas. Até porque me aborreço com muita facilidade.
– Precisa sempre de ter novos desafios?
– Se me sentir feliz e preenchida está tudo bem. Agora, se começar a sentir que está tudo a ficar muito parecido e monótono, começo a ficar aborrecida. Mas aviso sempre as pessoas em questão! O que me motiva é a surpresa e a possibilidade de me superar. Funciono muito bem quando estou sob pressão. E é por isso que sinto que me falta ter a experiência dos diretos. Em Cabo Verde já apresentei uma gala em direto e gostei muito!
– Que carreira quer construir na apresentação?
– Ainda não consigo dizer que tipo de apresentadora quero ser, porque ainda me falta experimentar muitas coisas. Já sei o que é trabalhar para um público mais jovem e agora estou a conhecer o público feminino. Mas sei que não quero perder este meu registo descontraído e divertido, que é sempre acompanhado do meu lado sério. Confesso que os talent shows, os programas de prime-time ao fim de semana, me agradam. Há uma fila muito grande para conduzir esses projetos, mas sei esperar pela minha vez. Este é um meio competitivo, com muitas mulheres que nem sempre sabem lidar com respeito umas com as outras.
– Há muitos apresentadores e manequins que apostam na representação. É uma área pela qual se sente atraída?
– Não é uma área que me passe completamente ao lado e confesso que até tenho alguma curiosidade em experimentar. E se aparecesse uma proposta para um projeto de representação, teria de arriscar. Tenho 27 anos e estou disposta a experimentar tudo para descobrir qual é o meu lugar. E se é para cometer algum erro na minha carreira, que seja agora no início! Mas eu até lido bem com os erros, porque aprendo sempre. Nada é infalível, muito menos nós, seres humanos. Não acredito na perfeição, mas adorava ser perfeita. Acho que seria interessante, porque teria de esforçar-me constantemente para manter essa perfeição. Mas sei que isso não é possível.
– Há dois meses desmentiu um suposto namoro com o Tomás Barroso. Continuam a ser apenas amigos ou a vossa relação já evoluiu para algo mais?
– A amizade é a base de todas as relações! [risos] Posso dizer que estou apaixonada, mas não me quero alongar sobre este assunto, porque isso distrai as atenções do meu lado profissional. Sou muito aberta nisto das relações e acho que não devemos ter nada a esconder, mas quando as coisas estão numa fase muito inicial devemos viver tudo em privado. Mas estou muito feliz. Tenho uma vida maravilhosa.

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