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Diana Chaves fala de César Peixoto: “Cada relação é única e nós não temos nenhum segredo”

A atriz passou as férias com o companheiro, o futebolista do Gil Vicente César Peixoto, e da filha de ambos, Pilar, de dois anos.

Andreia Cardinali
3 de agosto de 2014, 10:00

Dona de uma beleza natural e de um sorriso contagiante, Diana Chaves é uma mulher serena e dedicada à família, em especial ao companheiro, César Peixoto, e à filha de ambos, Pilar. De férias, a atriz tem aproveitado todos os momentos para namorar e estar com Pilar.
Durante a apresentação do movimento Summerlicious da Cubanas, marca da qual é embaixadora, a atriz conversou com a CARAS sobre a importância que a moda tem na sua vida e explicou como vive cada vez mais feliz e serena com os caminhos que tem trilhado na sua vida.
– O que aproveita para fazer nos tempos livres?
Diana Cha­ves – Se for verão, vir para a praia e fazer tudo o que tenha a ver com desporto de mar e saídas ao ar livre. Nasci na Linha [de Cascais] e adoro o mar. Também gosto muito de estar em casa a usufruir do meu espaço em família. Sabe bem almoçar, jantar em casa, receber amigos e estar com a família. Adoro! Gosto muito de fazer atividades ao ar livre com a Pilarzinha.
– Estimula isso nela?
Completamente. Gosto que ela brinque na rua, no jardim, na relva. Que esteja com amigos ou com os primos. Ela adora estar na rua e adora praia.
– E que tipo de criança é?
É super feminina e vaidosa. Só tem dois anos e já gosta de escolher a roupa e os sapatos [risos]. Já fala bastante, mas ainda é muito bebé. É super comuni­cativa e diz tudo. É muito afetuosa e ligada à família, mas também é arisca, tem uma personalidade muito vincada e tem de ser tudo como ela quer, às vezes tenho mesmo de ralhar.
– Referiu que gosta de receber amigos em casa. É uma boa dona de casa?
Faço tudo e detesto ter a casa desarrumada, o que é quase impossível com uma criança de dois anos. Não sou maníaca das limpezas, mas gosto de ter tudo organizado. Gosto de cozinhar... Não sou uma chef e cozinho pouco, mas gos­to. Gosto de ficar em casa a jantar, a ver um filme, acordar cedo e dar uma corrida... Adoro.
– O César também está de férias. Agora sim, conseguem estar em família...
Desta vez foi perfeito e vamos aproveitar estas férias ao máximo.
– Têm saído na imprensa fotos suas e do César muito apaixonados. Como mantêm o romantismo?
Não sei [risos]. Acho que não há uma explicação. São fases. Todas as relações de muitos anos são assim, com fases mais intensas e outras com mais chatices... Não penso muito nisso e vou vivendo. Desde que esteja feliz... Isso é que é importante.
– Esta é, então, intensa?
Acho que sim [risos].
– Não deixam, então, que a distância esmoreça o que sentem...
Sim, tentamos, mas acho que a distância e o trabalho não têm só coisas más. Proporcionam saudades, por exemplo, e temos de procurar sempre o lado bom das coisas. Cada relação é única e nós não temos nenhum segredo.
– Tem dado a cara por algumas marcas como esta, de calçado. Considera a moda uma expressão da sua própria personalidade?
Claro que sim, acho que a maneira de ser e de estar se reflete muito na forma como cada um se veste. Eu sou uma pessoa descontraída, calma e serena e opto sempre por peças confortáveis, sem descurar a aparência. Às vezes um estilo confortável dá muito trabalho [risos].
– E naqueles dias mais negativos que todas as mulheres têm, tenta contrariar isso quando escolhe a roupa?
Sem dúvida, podemos influenciar o nosso estado de espírito pela escolhas que fazemos. Se usarmos uma coisa mais colorida, uma peça com que nos sintamos bem, confortáveis, podemos de imediato ajudar a mudar aquilo que estávamos a sentir. Acho que a roupa tem a sua importância e não é futilidade nenhuma. Não sou uma fashion victim, mas gosto de estar a par das tendências e adaptá-las ao meu estilo.
– E tem dias em que se sente insegura?
Claro que sim, acho que toda a gente tem. A beleza é muito subjetiva... Claro que é ridículo queixarmo-nos demasiado, mas há dias em que acordamos péssimas. Acho que a insegurança também é boa para nos superarmos, faz parte do crescimento. Ser completamente seguro de si próprio também não deve ser muito positivo...

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