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Alda Gomes e Vasco Teodoro festejam um ano de namoro em Cuba

A atriz e o músico viajaram para Havana e Cayo Coco, onde passaram dias inesquecíveis.

Cristiana Rodrigues
26 de julho de 2014, 14:00

Trilham juntos o caminho para a felicidade. A dois vão descobrindo que o amor que vivem há um ano e que tem sido construído com cautela é feito de sonhos alcançáveis. Alda Gomes, atriz, 35 anos, racional, insegura, de trato afável, sorriso genuíno e lágrima fácil e Vasco Teodoro, formado em arquitetura, músico e produtor na sua empresa Plateia D’Ilusões, 33 anos, reservado, descontraído e com um apurado sentido de humor, conheceram-se através de um amigo comum, apaixonaram-se e irem viver juntos aconteceu naturalmente. E é nas diferenças entre ambos que encontram a harmonia que foi bem evidente durante as férias que passaram em Cuba a convite da CARAS. A viagem começou em Havana, onde os dois percorreram as ruas para respirar cultura e admirar séculos de história. Durante a caminhada, Alda foi-se emocionando ao virar de cada esquina e Vasco foi apreciando a arquitetura de cada casa, cada monumento, ou não fosse essa a sua primeira formação profissional. Já no Pestana Cayo Coco, descansaram e usufruíram das paisagens paradisíacas. E foi nesse cenário que decorreu a conversa.
– Festejarem um ano de namoro nesta viagem ao paraíso foi um sonho?
Alda –
Foi engraçado, porque não tínhamos sequer reparado na data quando embarcámos. Estávamos distraídos, entre­tidos um com o outro. Mas estarmos aqui foi maravilhoso, ines­quecível.
Vasco – Não ligo a datas, mas desta vez foi impossível ficar indiferente. Foi uma ótima surpresa terem-nos preparado um jantar a dois...
– E agora não só não se vão esquecer deste primeiro aniversário de namoro como vão ter fotos que registam o momento...
Tem graça que eu muitas vezes nem fotografias tiro, porque prefiro saborear os momentos a cem por cento e registo na memória o que vale a pena registar. Acho que há alturas em que nos preocupamos mais em tirar a foto do que em desfrutar do momento e depois, quando olhamos para a foto, nem sabemos onde foi [risos].
– Como tem sido este ano?
Alda –
O Vasco tem sido uma ótima descoberta. Eu sou a ansiedade, o pânico, ele a estabilidade. Basta ele abraçar-me para me sentir mais segura. Não há melhor sensação do que esta. Tenho tanto medo de errar, de fazer disparates, de cair no ridículo e não desfrutar da vida, que confio no discernimento do Vasco.
Vasco – Tem sido um percurso feito com muita tranquilidade, o que é muito bom.
– O que é que mais tem aprendido com o Vasco?
Alda –
Sou tão racional que bloqueio e muitas vezes é o Vas­co que descomplica tudo. Penso pela negativa e ele quase me sacode para me mostrar que as coisas são mais simples. Eu exijo muito de mim e com ele tenho aprendido a ter mais calma, a saborear o dia de hoje. A ser feliz com o que tenho e como sou.
– Vasco, a Alda deixa-lhe esse peso em cima?
Vasco –
Não vejo as coisas dessa forma. Somos completamente diferentes, mas se fôssemos iguais seria uma chatice. A Alda faz-me sentir especial, sinto que todos os dias recebo carinho.
Alda – Eu preocupo-me bastante com o Vasco, mas acho que é um ato de egoísmo da minha parte, porque se ele estiver bem eu também estou. Nunca fui tão obcecada na vontade de cuidar de alguém como estou a ser com o Vasco. Saber que ele está bem e feliz deixa-me muito feliz também.
– Parece ter em mãos um grande desafio, Vasco...
Vasco –
Estou com a Alda não por ser um desafio, mas porque gosto dela e de estar com ela. Um desafio é o trabalho, o amor não tem de o ser. A vida pessoal tem de ser a estabilidade para todos os desafios que a vida tem. Eu, com todas as minhas taras, e a Alda, com as manias dela, à noite, quando apagamos a luz, dormimos descansados.
– E quando surge uma discussão, também simplifica a forma de a resolver?
Sim, fazemos isso com facilidade. Ela dá-me razão e fica tudo bem [risos].
– Fazem surpresas um ao outro?
Alda –
O Vasco pega no car­ro e leva-me a sítios especiais. Almoçamos no sítio mais simples do mundo e é uma delícia. Eu deixo-me guiar por ele, não sou muito boa a fazer surpresas... [risos]
– Foi a Alda que se mudou para casa do Vasco. Foi fácil essa adaptação?
Deve ter sido mais complicado para ele, que estava habituado a que aquele espaço fosse só dele. Mas ele cedeu-me tanto... Ele perguntava-me muitas vezes se eu me sentia feliz em casa dele e para eu fazer da casa dele a minha. A partir daí não senti qualquer obstáculo. O Vasco não tem problemas em dar e quer partilhar tudo.
Vasco – Nunca senti nenhuma invasão do meu espaço. Sou reservado, mas gosto de partilhar e nunca tive necessidade de isolamento.
– Diz ser uma pessoa racio­nal, mas emociona-se com frequência e chora facilmente...
Alda –
Sim, choro com tanta facilidade que não há lenços de papel que cheguem. [risos] Emociona-me um agradecimento sem estar a contar, um gesto carinhoso ou a união da família para seu próprio bem.

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