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Rita Salema sente-se “fantástica e renovada” após a operação plástica

A atriz foi a escolhida para conhecer em primeira mão a nova joia criada pela Leitão & Irmão inspirada no logótipo da Shiseido, uma camélia. Rita adorou a peça, pois não gosta de joias muito exuberantes.

Redação CARAS
13 de julho de 2014, 14:00

Rita Salema foi conhecer a nova joia criada pela Leitão & Irmão inspirada no lo­gótipo da Shiseido, uma camélia. O pretexto certo para conversarmos com a atriz sobre a cirurgia estética que fez ao rosto e ao pescoço. O encontro foi na Loja das Meias, nas Amoreiras.
– A Rita gosta de joias?
Rita Salema – Joia, para mim, é a minha filha. De resto, gosto de coisas muito simples, clássicas, gosto de pequenos apontamentos, não gosto de estar cheia de coisas, de colares, pulseiras, brincos... Quando tenho uma coisa, não tenho outra. E acho que esta joia é mesmo a minha cara precisamente por isso, chama-se Camélia, mas podia chamar-se Rita.
– Como disse, joia é a sua filha.  São grandes companheiras?
– Sim, a verdadeira joia é ela, depois é esta a seguir [risos]. A Francisca já tem 21 anos. Como o tempo passa... E somos muito companheiras. Mas primeiro é filha, depois é uma grande amiga. Ela é muito adulta e sensata. E é uma sorte e um grande privilégio ter aquela filha.
– O que ela achou da intervenção estética que fez recentemente?
– Primeiro não quis. Ela e a minha mãe disseram-me que nem pensar, justificando que eu não precisava. Achei amorosos. Aldrabonas, mas amorosas. Estavam também cheias de medo, mas não havia outra hipótese, eu já tinha decidido e já estava marcado. Depois ficaram super felizes. Disseram que eu tinha ficado melhor, mas se eu não tivesse dito o que tinha feito, não teriam percebido.
– Não teve medo de perder a expressão e ficar muito ‘esticada’?
– Tive pânico. Mas o médico prometeu-me que não aconteceria. E antes da cirurgia vi muitos trabalhos dele e também me explicou que tem a ver com a opção da pessoa. Tem de haver sensatez por parte das pessoas e também o bom gosto do cirurgião. Eu só fiz um pouco, não fiz a cara toda. Fiz sobretudo pescoço, tirei uns papos debaixo dos olhos...
– E como têm sido as críticas?
– Têm sido ótimas. As pessoas só percebem quando digo que fiz um lifting. Sinto-me muito melhor assim, mas se não fosse atriz, provavelmente não teria feito a cirurgia. E não sabia o que tinha perdido. No meu trabalho, nos últimos dois anos, tinha sistematicamente chamadas de atenção por parte dos realizadores e câmaras, que, como amigos, me iam alertando antes das cenas. Já me sentia desconfortável e já fazia imensas cenas com a mão no pescoço.
– Agora já tem pescoço para usar este tipo de joias...
– É verdade. E já não tenho de usar cachecol no inverno. É maravilhoso [risos].
– Sente-se mais bonita?
– Sinto-me mais com a minha idade. Tenho 47 anos e estava com pescoço de quase 60.
– Teve muitas dores?
– Nada, nem durante nem de­pois. É fantástico, nunca pensei. Estou muito satisfeita.
– Agora que fez a primeira intervenção, vai fazer outras?
– Não, acho que já não preciso. Lembro-me de ter dado várias entrevistas há uns anos a dizer que jamais faria uma plástica, porque nunca me passou pela cabeça fazer uma coisa destas. Mas teve de ser. Além do traba­lho, fiz por mim, obviamente. Mas agora acho que fico mesmo por aqui. Correu tão bem que não mexo mais.

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