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Simão Morgado e Sara Fraga: “Estamos ansiosos por ter a Rosarinho nos braços”

O atleta e a nutricionista estão a poucos dias de serem pais pela primeira vez. O casamento é o passo seguinte.

Inês Neves
1 de julho de 2014, 15:00

Estivemos com Simão Mor­gado e Sara Biscaia Fraga a poucos dias do nascimento da primeira filha do casal. O nadador e a nutricionista dizem que não se sentem nervosos ante a perspetiva da chegada de Rosarinho, mas confessam que já estão cheios de pressa para a ter nos braços. Juntos há três anos, Simão e Sara contaram-nos que o próximo passo será o casamento.
– Estão muito ansiosos com a chegada do bebé?
Sara – Ainda não acredito que vou ter uma filha. Acho que só quando a tiver nos braços é que vou cair em mim. Mas não me sinto especialmente ansiosa.
Simão – Vamo-nos apercebendo, a pouco e pouco, que vai mesmo acontecer, e temos a noção de que a hora está mesmo a chegar, que vamos ser pais muito em breve. Temo-nos vindo a preparar, a arranjar o quartinho, o berço, as roupas, as fraldas, o carrinho... É muito giro preparar tudo isso, irmos às compras os dois para a nossa filha, é engraçado escolhermos as coisas para ela, tudo o que ela precisa.
Sara – É muito bom prepararmos as coisas a dois, irmos às compras juntos. Roupa é que não comprámos muita coisa porque nos deram bastantes peças.
– Não estão ansiosos, mas já devem ter pressa para a terem nos braços...
Simão – Sim, já só a queremos ter nos braços, olhar para ela. A Sara já diz que ela vai ser parecida comigo. Já estamos mesmo na reta final e, sim, temos essa ansiedade de saber isso, saber com quem vai ser parecida...
Sara – Tenho mesmo um feeling que vai ser igual ao pai.
– Como se vai chamar?
– Rosarinho.
Simão – Já não sei quem é que disse primeiro... A Sara dizia um nome de que eu não gostava, eu dizia outro de que ela não gostava, até que chegámos a este e descobrimos que gostávamos os dois.
Sara – No início da gravidez achávamos mesmo que íamos ter um menino, por isso tínhamos uma série de nomes de rapaz. De repente soubemos que ia ser uma menina... Levámos mais tempo a escolher um nome.
– Foi uma gravidez planeada?
Simão – Tenho 35 anos e já estava mais do que na altura de ser pai. Não planeámos ou decidimos: vamos ter um filho. Mas, a determinada altura, pensámos: se acontecer, aconteceu. E aconteceu logo. No meu núcleo de amigos sou aquele que vai ser pai mais tarde, todos eles já têm dois ou mais filhos. E se nos reunimos por alguma ocasião, só se fala em filhos e mais filhos, e, às tantas, essa conversa chateava um bocadinho [risos]. Agora já não, porque já começamos a perceber e opinar algumas coisas.
Sara – Não foi planeada, mas foi muito desejada. Eu também queria muito ser mãe nova. Faço 25 anos ainda este ano e quero ter mais filhos. Ser mãe jovem tem muitas vantagens na forma de acompanhar o crescimento dos filhos, quero poder fazer desporto com eles, por exemplo.
– Mas aconteceu mais depressa do que estavam à espera... Como foi a vossa reação quando descobriram?
Simão – Foi uma emoção muito grande quando o teste deu positivo. Fiquei muito feliz e emocionado. Acho que a Sara ficou mais nervosa do que eu.
Sara – Eu tive um minichoque. Pensei: “Aconteceu, estou mesmo grávida!” Mas foi só o primeiro impacto, depois fiquei muito feliz.
Simão – Se vamos estar a pensar em que altura é que estaremos realmente preparados para sermos pais, às tantas essa altura nunca aparece, porque há sempre uma série de questões, ou porque ela está a acabar o curso, ou porque a minha empresa agora está numa fase x... Portanto, pode ter sido um choque no início, mas ainda bem que aconteceu.
– E depois de a Rosarinho nascer, pensam casar-se?
– Sim, é uma coisa que queremos e que vai acontecer em breve.
– E já houve o pedido oficial?
– Ainda não houve, mas vai haver. O casamento é uma coisa que faz sentido para nós, queremos mesmo formalizar a nossa união. É um sonho para os dois.
– Simão, já tem aquele senti­mento super protetor de ser pai de uma menina?
– Um bocadinho...
Sara – Ele está sempre a dizer para não oferecerem saias nem vestidos porque não a vai deixar usar. Ainda a Rosarinho não nasceu e ele já está nisto [risos].
Simão – Eu e os meus amigos, um grupo de jovens rapazes, que sempre gostámos de conviver... E eu sabendo e lembrando-me disso e agora sendo pai de uma menina, vou estar muito mais alerta em relação aos rapazes. Estou a pensar em tirar uma licença de porte de arma, por exemplo [risos].

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