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Henrique Feist junta os amigos no seu mais recente espetáculo

O encenador vai subir ao palco do Coliseu com Lúcia Moniz, Vanessa Silva, FF, Rui Andrade e Suzy.

Inês Mestre
27 de junho de 2014, 14:30

Henrique Feist vai reunir num só espetáculo muitas das canções que fizeram sucesso no nosso país nos últimos 40 anos. E para levar essa tarefa a cabo conta com a ajuda do irmão, Nuno Feist, e dos amigos Lúcia Moniz, FF, Vanessa Silva, Rui Andrade e Suzy.
A CARAS quis saber mais sobre 74.14 – que vai estar no Coliseu dos Recreios, em Lisboa de 27 a 29 de junho – e, ao longo desta sessão fotográfica, testemunhámos a boa disposição e amizade entre os atores.
Como surgiu este espetáculo?
Henrique Feist – Queria assinalar os 40 anos do 25 de abril, mas queria fazê-lo com um espetáculo que não tivesse qualquer conotação política e que fosse puro entretenimento. Por isso, pensei relembrar as canções que durante estes 40 anos foram um êxito em Portugal, quer fossem portuguesas, espanholas, francesas, brasileiras, italianas, anglo-saxónicas ou americanas.
– Porquê fazê-lo através da música?
– A música faz parte da vida de todas as pessoas, todos temos a nossa banda sonora, músicas que nos lembram momentos mais felizes ou mais tristes. Além disso, a própria Revolução foi feita com uma música e essa será a única ligação deste espetáculo à política.
Foi difícil fazer a seleção musical?
– Foi horrível! [risos] Envol­veu uma pesquisa enorme e teve de existir uma imparcialidade e, mesmo em duas horas e meia, não há tempo para todas as músicas. Sabemos que, mesmo com mais de 100 canções, irão sempre faltar algumas. Foi difícil, mas depois da seleção tive a ajuda do meu irmão, que por vezes acha que eu sou maluco, mas que me compreende e põe em prática aquilo que eu idealizo e imagino.
Como chegou a este elenco?
– Foi fácil, pois convidei amigos que são também profissionais que admiro, pois este espetáculo é difícil. Cantamos fado, pop, mornas, de tudo. Não é qualquer cantor que faz este espetáculo, pois tem de ser versátil, adaptar-se aos vários estilos musicais, dançar e ainda seguir diretivas de teatro.
Como têm corrido os ensaios?
Lúcia Moniz – Bem. Eu ainda tropeço muito, pois as danças são a parte mais difícil para mim, mas está a ser muito bom. [risos] Temos muito trabalho, mas também há momentos de descontração e apoiamo-nos muito uns aos outros. E aprendo algo de novo em todos os ensaios.
Sente-se que são muito amigos...
Vanessa Silva – Sim, e isso é o melhor, pois saímos de casa para conviver com os amigos e daí nasce o trabalho. Somos um grupo animado e divertimo-nos muito.
FF – Às vezes até demais, pois causamos uma risada geral e é difícil concentrarmo-nos. Nessa altura o Feist tem de nos pôr na ordem, porque a boa disposição reina sempre!
O que mais gostam neste espetáculo?
FF – O facto de ser um espe­táculo transversal a todas as gerações, para toda a família e que tem músicas com as quais todas as pessoas se vão identificar.
Suzy – Este espetáculo é mui­to enriquecedor pois abrange várias áreas: dança, canto e representação.
Rui Andrade – Gosto do desafio de ser um medley de duas horas e meia, que passa por vários estilos musicais, com algumas músicas que me recordam a minha infância e outras que nem conhecia!

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