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Marta Mateus

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D.R.

A escolha de... Marta Mateus

Música, dança e teatro são as paixões da vocalista dos OqueStrada, que acabam de editar um novo disco: “AtlanticBeat – Mad’in Portugal”.

Redação CARAS
22 de junho de 2014, 19:00

Compositora, cantora, atriz e encenadora, a lisboeta Marta Mateus formou-se em Artes do Espetáculo, fez estágios de dança com Jean Paul Bucchieri e de teatro com Miguel Guilherme e estreou-se a cantar no teatro, no início dos anos 90.
Em 2002, com o francês Jean-Marc Dercle (Pablo) funda os OqueStrada, banda em que incarna o alter-ego da cantora Miranda. Após anos de atuações ao vivo em Portugal e no estrangeiro sem entrar em estúdio, em 2009 a banda lança Tasca Beat: o Sonho Português, e o seu beat acústico e swing cosmopolita inspirado nas raízes da música portuguesa conquista grande sucesso. Cinco anos depois, surge agora AtlanticBeat – Mad’in Portugal, que é apresentado ao vivo na Casa da Música, no Porto, no dia 22, e no Teatro Tivoli, em Lisboa, a 28. Do alinhamento fazem parte o single O Teu Murmúrio, e um inédito de António Variações, Parei na Madrugada.
O LIVRO: "Martin Eden"
A primeira vez que chorei ao ler um livro foi com Jack London em Martin Eden, tinha 15 anos. Faz-me lembrar os anos que vivi no Alentejo sem televisão e a devorar livros. A história de Martin Eden comove-me porque fala de um estivador que espera mais da vida do que carregar mercadoria e de forma autodidata procura o mundo da literatura e a arte.
O FILME: “Amarcord“

Este filme de Federico Fellini lembra-me Portugal, pois fala de um pequeno lugar perto do mar que vive do turismo e é controlado pela moral e pela política da época, mas onde a singularidade de cada um faz com que a vida aconteça, apesar dos freios.
O CONCERTO: Seal

Em 2012 atuámos na entrega do Prémio Nobel da Paz, em Oslo, e o Seal também. Foi tocante ver a forma como se entrega à música. Foi uma daquelas performances que não se esquece. Apesar do ambiente formal, sentiu-se a força do artista.
O FIM DE SEMANA: Alcoutim

Tenho guardados na memórias os verões que passava com os meus avós paternos em Alcoutim, à beira do Guadiana, a partir amêndoa e a ir a cavalo com o meu avô Alberto ao Brasil, nome do terreno que tinham a alguns quilómetros da casa.
O RESTAURANTE: Fonte da Pipa
Gosto de lá ir porque tem pratos vegetarianos, alheiras deliciosas, mas também aqueles pratos mais densos e tipicamente  portugueses, como cabrito e maranhos, tudo vindo da Beira Alta, da horta da Laura e do João. Rua Capitão Leitão, 3A, Almada.
O BAR: Albatroz
É um bar de praia na Cova do Vapor, um dos meus sítios preferidos na Grande Lisboa, onde o rio encontra o mar e, por isso, tem o melhor pôr-do-sol da zona. O Albatroz fica isolado e tem uma esplanada mesmo em frente ao farol do Bugio. A equi­pa é excelente e come-se tudo fresquinho, até percebes, que adoro!

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