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Petra Nemcova assegura: “Sou apaixonada pela vida que tenho”

A supermodelo esteve em Portugal, desta vez para promover a sua coleção de velas Be the Light New York by Petra Nemcova, uma linha vendida em exclusivo na Loja das Meias.

Marta Mesquita
21 de junho de 2014, 16:00

Petra Nemcova, de 34 anos, poderia ser conhecida mun­dialmente apenas pelo sucesso que alcançou como manequim, mas quis o destino que em 2004 sobrevivesse ao tsunami que assolou a Tailândia, dando, a partir daí, um novo rumo e significado à sua vida com a criação da Happy Hearts Fund, um projeto que já apoiou milhares de crianças vítimas de desastres naturais.
Se é com entusiasmo que partilha as suas iniciativas profissionais e solidárias, a supermo­delo, empresária, filantropa e embaixadora para o Haiti é mais discreta quando se trata da sua vida privada. Namorada do primeiro-ministro do Haiti, Laurent Lamothe, a manequim garante que não está noiva, mas confessa que um dos seus maiores sonhos é ter a sua própria família.
Aproveitando a sua estada em Portugal, onde esteve para promover a sua coleção de velas, BTLNY, que está à venda em exclusivo na Loja das Meias, Petra Nemcova conversou com a CARAS, relevando a mulher que é e os sonhos que a movem.
– É a primeira vez que vem a Portugal?
Petra Nemcova –
Não, já cá estive algumas vezes, tanto em trabalho como em lazer. Aliás, já cá passei umas férias com a minha família. É um país lindo, com uma costa fantástica. Sinto que em Portugal as pessoas não precisam de muito para serem felizes. E adoro sardinhas!
– Está cá a promover a sua coleção de velas, que é um pro­jeto muito especial para si...
– Sim, é verdade. Das coisas que mais gosto de fazer na vida é viajar, conhecer novas culturas e pessoas e esta coleção reflete isso mesmo. Cada vela é inspirada numa viagem e num determinado significado. Por exemplo, há uma vela que significa gratidão. Penso que é um excelente presente.
– Esta coleção de velas, que visa angariar fundos para a Happy Hearts Fund, chama-se Be the Light. A Petra sente que leva essa ‘luz’ às pessoas que tem apoiado?
– Gosto de levar luz às pessoas. Todos temos uma voz e podemos inspirar os outros.
Hoje é uma mulher diferente por ter sobrevivido ao tsunami?
– Não mudei no meu íntimo, mas a minha vida e as minhas prioridades sim. Sou a mesma mulher, com os mesmos valores, mas o meu rumo mudou. E hoje sinto que tenho uma vida muito rica e plena de significado.
– É super­mo­delo, uma empresária de sucesso, filantropa e ainda em­bai­xadora para o Haiti. Como consegue ter tempo para si e para a sua vida pessoal?
– Não é uma tarefa fácil... Gosto muito de tudo o que faço e penso que é por isso que consigo equilibrar tantos papéis. Sou apaixonada pela vida que tenho.
– Há algum sítio em que se sinta em casa?
– Sou uma verdadeira cidadã do mundo e sou inspirada por muitas culturas e povos, mas sinto que o Haiti é a minha casa, já há um ano e quatro meses. Adoro o país e as pessoas. O Haiti está a mudar muito e a desenvolver-se.
– E tem sonhos pessoais? Quer casar-se e ter filhos?
– Sim, gostava muito de dar esses passos quando chegar a altura certa. Adorava ter a minha própria família. Mas agora já sinto que tenho milhares de filhos! [risos]
– Circulam na imprensa internacional rumores de que ficou noiva...
– Não, não estou noiva.

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