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Ricardo Pereira de regresso a Portugal com a família

Antes de se despedirem do Brasil, o ator, a mulher, Francisca, e os filhos passaram umas férias em Gramado.

Marta Mesquita
13 de junho de 2014, 14:00

Depois de ter passado quase um ano no Brasil, onde esteve a gravar a novela Joia Rara e em digressão com a peça Um Sonho pra Dois, Ricardo Pereira, de 34 anos, prepara-se para regressar a Portugal com a mulher, Francisca, e os filhos, Vicente, de dois anos e meio, e Francisca, de seis meses. Antes disso, e aproveitando uma folga na sua agenda profissional, o ator desfrutou de uns dias de férias no Kurotel – Centro Médico de Longevidade e Spa, em Gramado, no Brasil, onde teve tempo para brincar com os filhos, namorar com a mulher e descansar emocional e fisicamente. À CARAS, o ator revelou como é que vive “um sonho pra quatro” ao lado daqueles que mais ama.
– Estes dias de férias em família devem ter sido maravilhosos…
Ricardo Pereira
– Foram! Estava à espera destes dias há já algum tempo… Depois de terminar as gravações de Joia Rara fomos uns dias para Fernando de Noronha e depois seguimos para Gramado, onde ficámos mais sete dias. Estivemos no Kurotel, um centro médico e spa, onde descansámos realmente. As crianças divertiram-se imenso  e nós fizemos massagens, caminhadas na natureza… Foram mesmo momentos em família. E até consegui preparar-me para o meu papel na nova novela da SIC. Já terminei também a minha digressão com a peça Um Sonho pra Dois e agora estou naquela fase entre trabalhos que me permite estar mais com a família e brincar com os meus filhos.
– Sente que com o nascimento da Francisca as vossas rotinas familiares mudaram muito?
– Como eles são muito próximos ainda tínhamos muito presente todas as rotinas dos bebés. O que altera tudo é o facto de serem dois. Agora temos mesmo de estar mais tempo com eles, temos de ter maior disponibilidade… Mas como era algo que queríamos muito, não nos importamos nada de ter essa exigência nas nossas vidas.
– E como é que o Vicente tem interagido com a irmã?
– O Vicente deu um pulo muito grande. Passou a comunicar connosco de uma maneira diferente e é muito giro perceber a preocupação que ele sente com a irmã. É ótimo para ele poder crescer com outra pessoa, que é do seu sangue, e com quem pode brincar e partilhar tantos momentos. E é maravilhoso vê-los! Ser pai e mãe é mesmo a melhor coisa do mundo. Nós, como casal, queríamos muito ter um segundo filho, e foi ótimo termos uma menina, porque assim temos a oportunidade de educar tanto um rapaz como uma rapariga.
– Já sente diferenças entre ser pai de um rapaz e de uma rapariga?
– Sim, e essas diferenças notam-se logo. As meninas são muito mais meigas. A Francisca é muito dengosa e desperta o nosso lado mais ternurento. Os meninos são mais enérgicos e esquivos. Por exemplo, se a mãe agarra o Vicente para lhe dar um beijo, ele até fica por ali. Agora, se for eu, ele quer é correr e rolar na areia comigo. Mas é bom para um pai ter filhos diferentes e poder experimentar estas duas realidades.
– E isto de educar os filhos tem mesmo de ser um trabalho de equipa…
– Sim. A partir do momento em que somos pais, os nossos filhos passam a ser o nosso foco. Eles vêm sempre em primeiro lugar. O que queremos, acima de tudo, é que eles se sintam bem. Ter um filho não é apenas fazê-lo nascer, é educá-lo. E isso exige um grande trabalho de equipa e de descoberta conjunta. Estamos a aprender juntos o que é ser pai e mãe. E por isso é fundamental funcionarmos bem enquanto casal. Nós estamos sempre um ao lado do outro. Quando estamos sozinhos pensamos muitas vezes que até há pouco tempo éramos dois e agora já somos quatro! Somos uma família.
– Estão a preparar o regresso a Portugal. A vossa família deve ter ficado muito feliz com esta novidade...
– Percebemos que seria importante para todos regressarmos a Portugal, porque queremos que a família acompanhe o crescimento dos nossos filhos e que eles recebam esse banho de amor da família. E conseguimos que tudo se conjugasse nesse sentido. A 18 de maio vou estar novamente com a Sofia Cerveira a apresentar a passadeira vermelha da Gala dos Globos de Ouro e depois, em junho, vou começar um nova novela, que será uma coprodução da SIC e da Globo. Vou entrar nesse projeto do princípio ao fim, portanto, vou ficar por Portugal durante algum tempo. Serei um dos protagonistas dessa novela e estou encantado com aquilo que li. Mas já sei que tenho uma novela no Brasil em 2015. É ótimo fazer realmente aquilo que amo.
– Para além de trabalhar entre Portugal e o Brasil, também gostava de se aventurar nos EUA. Até quando vai adiar esse sonho?
– Talvez daqui a uns dois ou três anos já possa ir para os EUA. Gostaria muito de passar lá um ou dois anos, para apostar na minha formação como ator e proporcionar aos meus filhos outras vivências, mas para isso é preciso que eles cresçam mais um bocadinho. Estar com a família e fazer formação seriam, nessa situação, as minhas grandes prioridades. Claro que também gostaria de investir numa carreira lá, mas sem qualquer tipo de pressão.
– No meio de tantas conquistas, ter a sua própria família é a maior de todas?
– Sem dúvida! Tudo aquilo que já conquistei foi pela minha família. Sempre quis que os meus pais ficassem felizes com aquilo que faço. E agora também tenho a minha mulher e os meus filhos. Quando estamos bem connosco próprios e com a nossa família, fazemos tudo com outro astral e energia.

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