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Domingos Amaral e Sofia Jardim vivem dias felizes em família

A relações-públicas e o escritor aproveitaram uns dias descontraídos em Tróia com as filhas, Leonor e Luz, e os filhos mais velhos de Domingos, Carolina e Duarte.

Andreia Cardinali
9 de junho de 2014, 14:00

Juntos há seis anos e meio, Sofia Jardim, de 39 anos, e Domingos Amaral, de 46, projetam uma imagem de harmonia e serenidade junto das filhas de ambos, Leonor e Luz, de quatro e dois anos, respetivamente, e dos filhos mais velhos do escritor, Duarte e Carolina.
Habituados a passar a maior parte do tempo em família, foi com satisfação que o jornalista e escritor e a relações-públicas passaram um fim de semana na península de Tróia, ocasião ideal para que ambos falassem da sua vida familiar e da forma como se sentem cada vez mais apaixonados um pelo outro.
– Momentos como este, dedicados à família, são fundamentais?
Sofia Jardim –
Sim, ao sairmos de casa acabamos por ter mais tempo de qualidade juntos, não estamos tão dispersos. Em casa há tendência para cada um estar mais distraído com os seus ‘brinquedos’ e programas.
Domingos – É sempre muito bom estarmos todos juntos, fugir das rotinas lisboetas, conhecer sítios novos e passar um fim de semana agradável.
– Com todas as responsabilidades familiares e profissionais que têm, nunca vos apetece largar tudo e fugir para um refúgio romântico a dois?Domingos – Claro que apetece, mas nem sempre é possível. É bom variar, fazer umas escapadinhas a dois de vez em quando, mas também é muito bom estarmos todos juntos, em família.
Sofia – Fins de semanas a dois ainda conseguimos ter, mas claro que apetece e já estamos a precisar de umas férias românticas num lugar paradisíaco pelo menos uma semana, já que mais tempo do que isso fico cheia saudades delas. Estou a tornar-me uma mãe possessiva e a adorar estes programas em família.
– Agora que as meninas já estão mais crescidas dá para se dedicarem mais um ao outro, ou tudo é feito em função dos filhos?
Sofia –
Sim, agora tem sido mais fácil e até temos criado o hábito de uma vez por semana elas dormirem em casa dos meus pais. Adoram, porque têm todo o mimo e a atenção dos avós e nós aproveitamos para fazer programas com amigos e dormir até mais tarde.
Domingos – Temos sempre de pensar em função deles, mas muitas vezes é possível organizar as coisas de forma a podermos também ir só os dois. Mesmo em Lisboa, conseguimos isso. É tudo uma questão de organização e boa vontade.
– Já passaram pelas fases mais complicadas de habituação de um casal às responsabilidades da paternidade. Houve momentos difíceis?
Sofia –
Difícil é sempre. A primeira experiência da maternidade não foi nada fácil para mim e confesso que precisei muito do apoio e experiência do Domingos. Na segunda foi tudo mais fácil. Hoje em dia continua a ser difícil, pois temos constantemente o desafio da educação e a insegurança sobre se estamos a agir da melhor maneira.
Domingos – Sim, há sempre momentos difíceis. É cansativo, as crianças exigem muito de nós, e por vezes não estamos num bom dia e tudo custa mais. Mas é aí que deve entrar o outro, se um está num dia difícil, o outro tem de dar mais, e assim se vai conseguindo ultrapassar tudo. Na verdade acho que não nos podemos queixar, somos muito felizes juntos e temos filhos maravilhosos.
– A Sofia está prestes a entrar nos 40. Como se sente?
Sofia –
Os 40 trazem, supostamente, um peso que não sinto... Ainda me faltam quatro meses. Mas sinto-me uma mulher mais segura, confiante e interessante, quer a nível pessoal como profissional. Acho que é a melhor fase da mulher, já que atingimos uma sabedoria emocional.
Domingos – A Sofia está um espanto!
– É visível a cumplicidade entre os quatro irmãos. Foi sempre assim?

Domingos – Sim, o Duarte e a Carolina habituaram-se à Leonor e à Luz desde que elas nasceram, vivem com elas também durante as semanas em que estão comigo, portanto, estão todos muito à vontade uns com os outros e têm os comportamentos naturais dos irmãos.
– E a Leonor e a Luz, são muito diferen­tes uma da outra?
Sofia –
São completamente diferentes, o que torna tudo mais desafiante, pois temos de compreender e de nos adaptar ao feitio de cada uma. É tão bom ver que se dão tão bem, adoram a companhia uma da outra!
– Sentem que têm feito um bom trabalho enquanto pais ou não pensam nisso e agem por instinto?
Domingos –
Acho que só o instinto não chega, embora seja importante. É essencial ensinar-lhes algumas regras, a noção do que está bem e mal, essas coisas. É um trabalho diário, permanente, e com isso esperamos que eles sejam felizes e também bem educados.
– Continuam sem planos para se casarem ou já pensam nisso?
Sofia –
Considero-me uma mulher casada. Mas se for importante para elas terem os pais casados, então, claro. A Leonor já pergunta porque não nos casamos e claro que para ela se torna difícil compreender... Quem sabe, se continuar a insistir... Ambos adoramos festas!
Domingos – Não falamos muito nisso, mas é sempre uma possibilidade.
– Sentem cada vez mais que foram feitos um para o outro e que as vossas diferenças são as vossas semelhanças?
Sofia –
Temos algumas diferenças que são as essenciais para nos completarmos, mas é preciso haver respeito e compreensão por essas mesmas diferenças.
Domingos – Gostamos muito de estar um com o outro, e o nosso amor tem crescido sempre, mas nós empenhamo-nos para que seja assim. A felicidade não cai do céu, constrói-se todos os dias.

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