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Regiane Alves apresenta o filho recém-nascido, João Gabriel

O bebé nasceu no passado dia 26 de abril.

CARAS Brasil
7 de maio de 2014, 12:46

Este ano o Dia da Mãe teve umsabor especial para a atriz brasileira RegianeAlves, que foi mãe pela primeira vez no passado dia 26 de abril. João Gabriel é fruto da sua relação como realizador João Gomez, de 32 anos,e nasceu no Rio de Janeiro, de cesariana, com 3,830kg e 50cm. “Foi, comcerteza, o momento mais desejado por mim. Eu disse ao João: ‘Você me deu o queeu mais queria!’. Em tom de brincadeira, ele disse que não precisava agradecer,pois a vontade dele de ser pai também era enorme. Ter um filho é a realização deum sonho”, disse a atriz, de 35anos, à CARAS Brasil.
A família foi fotografada em exclusivo ainda na maternidade, pouco mais de 24horas depois de João Gabriel ter nascido. Para além dos orgulhosos pais, estevetambém presente a avó, a atriz ReginaDuarte, de 67 anos, que ajudou a nora nas horas que antecederam o parto,mas também nos primeiros cuidados do bebé. “A Regina é maravilhosa, tãojovem, ativa, trocamos informações sobre a carreira, filmes, peças, e sobre a vidatambém. Ela é minha amiga, colega de profissão e faz parte da minha família.Enfim, é especial e acompanhou tudo, esteve muito presente connosco. É umasuperavó!”, contou Regiane.
Radiante, a veterana atriz não escondeu a emoção ao segurar o primeirofilho do seu filho mais novo. “Demoreiaté ser avó, mas, após o primeiro, praticamente todos anos ganho um neto novo.Não é uma maravilha?”, afirmou Regina Duarte, que também é avó de Manuela, desete anos, e Frederico, de dois, filhos de Gabriela Duarte, e de Théo, de cinco, e Isadora, deum, filhos do seu primogénito, AndréFranco“Consideroque ser avó é também uma forma de emoção materna, é um sentimento duplo, já quesomos mães de um dos pais da criança, é uma relação forte”, disse. A atriz revelou ainda o que mais gosta de fazer aolado dos netos. “O meu passatempo favorito ébrincar. Mas, nesta idade do João Gabriel, é preciso deixar o espaço para ospais, para a mãe. A avó espera que cresçam um pouco para desfrutar. Masfico na retaguarda. Qualquer coisa que a Regiane e o João possam precisar, eu estouaqui. E quero mais netos, quantos mais melhor”, pediu. Se depender de Regiane, o desejo da sogra serárealizado. “Ainda quero mais um. Ser mãe éa maior dádiva de amor e coragem que pode existir, amamos alguémincondicionalmente e queremos o melhor para essa pessoa sem esperar nada emtroca”, afirmou a atriz que está afastada das novelas desdeSangue Bom, que terminou recentemente na SIC.
– A experiência com o João Gabriel está a ser tão boa que jápensa em ter outro filho?
– Calma. (risos) Sempre me disseram que a gravidez era algodifícil, mas descobri o outro lado: do quanto é bom, positivo. Passei bemtoda a gestação, aproveitei cada momento. Um dia antes do nascimento dele, fizginástica. Acho que por isso recuperei tão bem da cirurgia. Até o factode querer muito o parto normal, não conseguir e ter feito cesariana foi levadocom descontração. Não é uma coisa horrível. Pelo contrário, é o momentomais mágico da vida. Então, pela gravidez, teria dez filhos, sem problemas. Mastodos me dizem que a vida começa agora, pois é preciso de educar, passarvalores. Se vou esperar mais para ter outro, não sei, ainda preciso conversarsobre isso com o João.
– O que aconteceu no parto paraoptarem pela cesariana?
– Rebentaram as águas e fui para a maternidade. Isto pelas cincoda manhã. Foram 24 horas induzindo o parto normal, passei por todo o processo,as contrações, mas como há um tempo limite que não se pode ultrapassar, nãoconsegui. Pelo menos, tentei. E foi importante passar por isso porque, àsvezes, idealizamos muito a gravidez, o parto, mas há situações que não dominamos
e temos de viver.
– O que sentiu ao ver JoãoGabriel pela primeira vez?
– Muita emoção. Não há palavras que possamexplicar esse momento de querer muito ver o rosto do bebé. E então, quando olhamos,não é nada do que imaginámos, é muito mais. Colocaram-no no meu peito e ele ficouquietinho. A amamentação é um momento tão bonito de intimidade, cria-se umlaço.
– O Joãoassistiu ao parto?
– Ele esteve sempre comigo, não podia ter umcompanheiro melhor. Durante a gravidez, foi a todas as consultas, exames,e, quando chegou a hora de vir para o hospital ficou muito feliz. Agora, játrocou fraldas. Se o bebé chora, ele pega, anda um pouco, tranquiliza antes deo trazer de volta para o meu colo. É superpaciente.
– Acredita quea maternidade a tenha transformado?
– No momento em que ouvi o coração do João naprimeira ecografia, aconteceu logo alguma coisa. Deixamos de ser nós o maisimportante, passa a ser o bebé. Então, realmente, muda. Mas hoje sinto-me maiscalma.
– Ser mãe era o seu grandesonho?
– Acho deixei que acontecesse naturalmente. Aos20 anos, dava prioridade à carreira, às viagens. Todos me diziam que, quandochegasse aos 30, sentiria essa necessidade, que o corpo falaria. E, realmente, começamosa sentir essa vontade. Mas, por causa de uma novela, um filme, casa, descasa,acabei por não engravidar até encontrar o João, que também tinha essa vontade. Agora,o nosso filho é a nossa prioridade.

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