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Adrien Silva e Margarida Neuparth à espera do primeiro filho, Santiago

O jogador do Sporting Clube de Portugal e a professora de dança vão ser pais em junho.

Marta Mesquita
19 de abril de 2014, 10:00

Se dentro do campo Adrien Silva, de 25 anos, é um jogador determinado, racional e lutador,  fora das quatro linhas o futebolista do Sporting Clube de Portugal é um homem sereno e descontraído, que assume sem pudores o seu lado romântico e sonhador. Ao lado de Margarida Neuparth, professora de dança, também de 25 anos, o jogador prepara-se para realizar aquele que é o maior sonho da sua vida: ter a sua própria família. Grávida de seis meses, Margarida está à espera de um rapaz, que se vai chamar Santiago e que deverá nascer em junho.
Foi no restaurante do jogador La Dolce Vita Gourmet que o casal partilhou com a CARAS como está a preparar a chegada do primeiro filho.
– Apaixonaram-se à primeira vista ou foi um amor que teve de ser conquistado?
Adrien Silva
– Conhece­mo-nos através de amigos em comum. Começámos a falar e criámos uma boa amizade. Só depois é que veio a paixão. E acho que foi importante vivermos todos esses passos porque, acima de tudo, temos de ser amigos um do outro. A Margarida teve uma educação muito parecida com a minha, por isso, revejo-me muito nas suas atitudes e na sua forma de estar na vida. Ela transmite-me muita paz.
Margarida Neuparth – Te­mos muitas coisas em comum e o que o Adrien quer ser como pai e companheiro é exatamente aquilo que sempre procurei num homem. Ele é mesmo o pai que quero para os meus filhos.
– Por falar em filhos: como é que estão a viver esta gravidez?
Adrien
– Muito bem. Só estou assustado com o facto de ir descansar pouco! [risos] O Santiago é um bebé muito desejado e estamos a viver esta fase com muita alegria. Tenho falado com muitos amigos sobre a maneira como educam os filhos, porque já penso no tipo de pai que quero ser. Mas os meus maiores modelos são, sem dúvida, os meus pais.
Margarida – Têm sido meses vividos com muita felicidade. E estou desejosa que ele nasça. Ao princípio tive muitos enjoos e quebras de tensão. Agora já estou a melhorar, mas não posso dizer que consigo fazer tudo da mesma maneira. Já deixei de dar aulas de dança, por exemplo.
– Sempre foi um sonho ter a sua própria família, Adrien?
Adrien
– Sim, era mesmo um sonho. Sempre disse que queria ser pai cedo. Quero desfrutar o mais possível da companhia dos meus filhos.
– Vão ter um rapaz. Tinham alguma preferência em relação ao sexo do bebé?
– Queria muito ter um menino! A Margarida bem falava com a barriga como se fosse uma menina, mas não resultou! [risos]
Margarida – Sim, confesso que gostava de uma menina, mas já me habituei totalmente à ideia de ir ser mãe de um rapaz.
– A vida de um futebolista pode ser muito instável, no sentido em que pode ir para outro país de um momento para o outro. Agora que vai ser pai, estas possíveis mudanças dei­xam-no mais ansioso?
Adrien
– Não, porque é a realidade de qualquer futebolis­ta. E a verdade é que até poderia ser enriquecedor para o nosso filho estar em contacto com outras pessoas e culturas. Acho que temos de ver sempre o lado positivo das situações.
Margarida – É um bocadinho assustador nunca sabermos qual será o nosso futuro, sobretudo quando estamos à espera de um bebé, mas também já aprendi a desdramatizar essa ideia.
– A Margarida tem uma vi­da profissional ativa. Sente-se preparada para abdicar da sua carreira para seguir o Adrien para outro país se isso for necessário?
– Para mim é muito importante ter a minha ocupação profissional, mas vou seguir o Adrien para onde for preciso! Além de ser professora de dança, tenho o curso de Gestão Hoteleira. Por isso, posso traba­lhar em qualquer sítio. Mas agora a prioridade é completar a nossa família. Nos próximos anos gostava de ter mais filhos.
– O Adrien já tem dois restaurantes em Lisboa. A aposta na área da restauração já é uma forma de preparar o futuro?
Adrien
– Sim, sem dúvida. Foi uma forma de investir e asse­gurar o futuro. Sempre gostei de experimentar pratos oriundos de várias culturas, daí apostar na área da restauração.
Margarida – É muito difícil estarmos com alguém que tem restaurantes italianos! Tenho comido imenso! É mesmo difícil resistir aos hidratos de carbono.

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