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Bárbara Borges revela como a gravidez tem mudado a sua vida

Na Ilha da CARAS, a atriz brasileira falou sobre a chegada do primeiro filho com o empresário Pedro Delfino.

CARAS Brasil
26 de fevereiro de 2014, 18:26

À beira de um ataque de nervos. Assim ficou Bárbara Borges, de 35 anos, no passado mês de setembro quando desconfiou que estava prestes a realizar o grande sonho de ser mãe. Mas nem tudo foi uma maravilha. Na Ilha de CARAS, enquanto ri e acaricia a barriguinha de seis meses de Martin, o seu primeiro filho com o jornalista e empresário Pedro Delfino, a atriz admite que precisou vencer momentos de expectativa e ansiedade. “Tentei por seis meses, mas só aconteceu quando desliguei a chave da ‘neurose’”, conta. Mesmo assim, até confirmar a gravidez, viveu dias tensos. “O primeiro teste de farmácia deu negativo, mas em seguida insisti com mais três. Cheguei a pesquisar o que significava uma risca fraca e outra forte. Várias mulheres tinham a mesma dúvida. Era gravidez!”, relata. Agora, esta fase é a da transformação do corpo e da mente. “No início, quando me achava esquisita e feia, o Pedro dizia que eu estava linda, para me agradar, não é? (risos). Ele é um grande companheiro. Vivemos momentos de família, como estreitar ainda mais esse laço com o filho dele, João Pedro, de 3 anos, que beija a minha barriga toda a hora”, conta Bárbara.
– Engravidou três meses após o casamento. Foi planeado?
– Sim. Comecei a namorar com o Pedro em abril de 2012, foi realmente ‘o encontro’. Vi nele o parceiro que procurava para formar a minha família. No mês seguinte já morávamos juntos. As coisas aconteceram naturalmente.
– Como está a correr a gravidez até agora?
– Nas primeiras semanas, estava bem, até viajei. No regresso, tive uma virose. Depois, tive muitas dores de cabeça. A pele também ficou esquisita, o cabelo mais grosso. Depois vieram os enjoos fortes. Não me conseguia sentar à mesa nem estar perto da comida que tanto gostava. Mas, no quarto mês, já estava mais disposta.
– Viveu o turbilhão de emoções que as mães falam?
– Uma coisa é escutar o que dizem e outra é vivenciar as próprias sensações. Cada gestação é uma. O bebé transforma não só o nosso corpo, mas também a nossa vida. É aquela coisa deslumbrante de gerar um milagre. Vêm muitas coisas à tona e passamos a repensar tudo.
– Como assim?
– Sempre procurei o meu lado espiritual e tenho-o desenvolvido desde o ano passado. Não tenho religião, mas sigo o guru brasileiro Sri Prem Baba, que tem um método próprio de meditação, um pouco para o hinduísmo e budismo. E tem feito bem, prepara-me para o momento da maternidade com uma iniciação espiritual. É uma vida que vai chegar para me ensinar coisas, trazer uma nova linguagem, transformar o meu modo de ver o mundo.

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