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Na ilha da CARAS, Susana Vieira fala sobre o fim do namoro com Sandro Pedroso

Aos 71 anos, a Pilar da novela “Amor à Vida”, em exibição na SIC, mostra-se em forma e nunca perde o seu característico sorriso otimista.

CARAS Brasil
23 de fevereiro de 2014, 14:00

Na rotina de Susana Vieira, de 71 anos, não há espaço para tristeza, como demonstra na Ilha de CARAS. Por onde passa, a estrela de Amor à Vida contagia com o seu otimismo e alegria. E nem mesmo o fim do namoro de cinco anos com o ator Sandro Pedroso, de 29 anos, há cerca de um mês, altera o registo da atriz. “Foi uma rutura amigável”, conta, apontando as constantes viagens dele para fora do país como o principal motivo para a relação ter arrefecido. Susana admite que uma separação envolve sempre sofrimento, mas prefere sublinhar que “a vida oferece a vida pela frente”. A filosofia também se aplica à carreira e recorre a imagens lúdicas, que remetem para a infância, para falar sobre as saudades dos estúdios. “Sentirei falta de ir para minha escolinha, que hoje é o Projac, e levar a lancheira”, brinca a intérprete de Pilar, já cheia de ideias e aberta a novos projetos. “Sou uma pessoa muito animada em casa e também quando estou a trabalhar”, justifica. Com 44 anos de Globo e papéis memoráveis no currículo, Susana garante que até hoje cada personagem é uma aprendizagem. “Estou mais segura. Cada ano que passa – não pela idade, mas pelo quanto mais se exercita o ofício – melhor você fica. Essa frase é de dona Fernanda Montenegro, orgulha-se.
– Há uma causa para o fim do namoro com o Sandro?
– Os nossos caminhos já não se cruzavam. Entendi muito bem o objetivo de vida dele. O Sandro tem uma carreira para construir e precisava de estudar fora. E a graça da nossa relação era justamente ficarmos coladinhos.
– Mas, mesmo sendo uma separação bem resolvida, a que ponto é que isso a afetou?
– Há sempre sofrimento, sinto saudades do Sandro, estava habituada à presença dele. Fui muito feliz ao lado do Sandro. Mas vamos continuar amigos, a admiração é recíproca, podemos contar um com o outro. Foi uma relação limpa, sem desrespeito.
– E agora, está aberta ou fechada para um novo amor?
– As flores no caminho vamos encontrando. E as pedras também. Não tenho nada preconcebido ou predestinado.
– O trabalho é o seu combustível para seguir em frente?
– A minha vida só tem graça se eu estiver a trabalhar. Como já disse, gosto de ir para o Projac. É um prazer grande para mim.
– Vai levar para casa alguma peça da Pilar como lembrança da personagem?
– Um anel de pedra verde, um brinco... As roupas não são o meu estilo. Por causa da imagem HD, parece que temos mais seis quilos. Tenho de estar sempre em movimento para verem que estou em forma. E interessa-me ficar jovem e magra porque tenciono continuar a trabalhar em televisão durante muitos anos e com bons papéis. Quero personagens com namorado! Quem não dá beijos na boca nas novelas já faz parte da terceira idade. [risos]
– Mas foi o que ocorreu entre sua personagem e o Maciel, vivido pelo Kiko Pissolato...
– Foi uma coisa de repente criada pelo autor. Mérito dele. O Kiko veio à vontade. Claro que tenho um jeito de trabalhar que facilita. Foi ótimo para os dois. Fui-lhe ensinando várias coisas, até como beijar-me.
– Vai demorar a esquecer a Pilar?
– Sentirei falta da rotina das gravações. Vou tirar uma semana de férias em Miami com a família e depois começo a preparar a minha biografia. Não me canso de trabalhar. Que venha logo outra novela!

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