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Ao lado da família, Berg assegura: “Acho que o sucesso não me vai subir à cabeça”

O cantor e multi-instrumentista foi o grande vencedor do programa da SIC ‘Factor X’. Berg partilhou a noite de glória com a mulher, Ana, e os filhos, Mariana e Pedro.

Marta Mesquita
20 de fevereiro de 2014, 10:40

Teófilo Sonnemberg, mais conhecido por Berg, sempre teve como único sonho construir uma carreira na área da música. Se durante vários anos o cantor e multi-instrumentista esteve na sombra de outros artistas, para quem tocava e fazia coros, no passado domingo assumiu finalmente o papel de protagonista ao ser o grande vencedor do programa da SIC Factor X. Nesta noite de glória, o músico, de 42 anos, partilhou a sua alegria com a mulher, Ana, com quem está casado há 12 anos, e com os filhos, Mariana, de 12 anos, e Pedro, de seis.
Horas depois desta vitória, Berg e a mulher conversaram com a CARAS e partilharam como estão a viver em família este sonho que se tornou realidade.
– Venceu há poucas horas o Factor X. Acredito que ainda tenha as emoções à flor da pele...
Berg – Sim... Sinto-me feliz, recompensado e homenageado. Não desisti e foi bom lutar pela realização dos meus objetivos. Quis passar essa mensagem de persistência aos meus filhos. Te­mos sempre de tentar alcançar aquilo que queremos. Não tinha nada a perder, por isso, decidi participar e dei o meu melhor.  E aqui está a prova de que nunca é tarde para realizarmos os nossos sonhos. A melhor recompensa que este programa já me trouxe foi perceber que as pessoas gostam de me ouvir e que me apoiam.
– E estão preparados para as mudanças que este sucesso vai trazer à vossa rotina familiar?
– A minha vida já mudou! Mal passei na audição, percebi logo que tudo ia mudar. Tenho um bocadi­nho de receio de não conseguir estar tão presente na nossa vida familiar... Sei que não é fácil para uma mulher que trabalha o dia inteiro ainda ter de cuidar sozinha de duas crianças. Por isso, espero continuar a ter disponibilidade para as rotinas familiares. Tudo isto é um projeto de família.
Ana Sonnemberg – Acredito que a nossa vida vá mudar, mas cá estamos para aguentar o barco. Quando comecei a viver com o Berg ele já era músico e já tinha consciência de que não íamos ter os horários de uma família normal. Mas conseguimos sempre gerir da melhor forma as ausências do meu marido. Somos muito amigos, companheiros e con­fidentes. Ele é um ‘pai-galinha’! É muito protetor, atencioso e está sempre preocupado com os nossos filhos. É um pai exemplar.
– O Berg de todos os dias é uma pessoa muito diferente do artista que se vê no palco?
Berg – Sou igual ao que veem no palco e espero não vir a mudar. Na minha idade já não há o perigo de me deslumbrar com aquilo que me está a acontecer. Acho que o sucesso não me vai subir à cabeça.
– E agora vai tentar conciliar a construção de uma carreira a solo com o seu trabalho com outros artistas?
– Se for possível, gostava mui­to de conciliar as duas coisas. Vamos ver como tudo corre.

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