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Catarina Furtado: "Com o voluntariado encontrei a minha missão na vida"

A apresentadora exibiu o colar cuja venda irá ajudar as crianças apoiadas pela associação a que preside, a Corações com Coroa.

Cristiana Rodrigues
18 de fevereiro de 2014, 10:40

Um colar em ouro e rubis que abraça o pescoço e tem um fim solidário – irá beneficiar crianças apoiadas pela Corações com Coroa – foi o que Catarina Furtado, presidente daquela associação, exibiu com orgulho momentos antes de apresentar à imprensa esta obra de arte criada pela artista plástica Joana Vasconcelos e executada pela marca de luxo David Rosas. “Senti-me poderosa. O colar não é nada pesado, mas é um abraço com sentido. O colar tem esse IVA, esse valor acrescentado, de se sentir que se está a apoiar uma causa”, revelou Catarina, embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População há 13 anos, e que olha para o voluntariado como um projeto de vida: “Não sei se o voluntariado é viciante ou algo definitivo. É óbvio que não consigo fazer do voluntariado a minha vida, porque tenho filhos, enteados e família, mas encontrei a minha missão na vida. Nós, os apresentadores, atores, vivemos com os holofotes em cima de nós e se não nos descentrarmos do nosso umbigo, isto não interessa nada. Não imagino a minha condição de figura pública de outra forma, para mim só faz sentido assim”.
E esta clarividência também a deve aos pais, Helena e Joaquim Furtado. “Sou uma semente da educação dos meus pais, e embora ache que eles se orgulham de mim também acredito que eles achem que este é um processo natural. O que acho extraordinário – e vou ser muita crua no que vou dizer e embora também não tenha nada a ver com a vida dos outros – é ser-se figura pública e não fazer isto”.

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