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Wood Allen

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Filha de Woody Allen afirma que vai continuar a lutar pela verdade

Depois do cineasta ter escrito uma carta aberta que foi divulgada no site do New York Times na passada sexta-feira, Dylan Farrow veio dizer que não se vai remeter ao silêncio.

Redação CARAS
9 de fevereiro de 2014, 15:23

Woody Allen comentou pela primeira vez as alegações de abuso sexual por parte da filha adotiva, Dylan Farrow, na passada sexta-feira. "É claro que eu não molestei a Dylan", escreveu o realizador de 78 anos numa carta que foi publicada pelo site do New York Times.
"Eu amei-a e espero que ela um dia perceba como tem sido enganada ao ter um pai carinhoso e explrada por um mãe que está mais preocupada em manifestar a sua fúria do que com o bem estar da filha", continuou.
A troca de mensagens entre os dois continua com Dylan a responder em comunicado: "Mais uma vez, o Woody Allen está a tacar-me a mim e à minha família para me desacreditar e silenciar, mas nada do que eel diga ou escreva pode mudar a verdade. Durante 20 anos nunca vacilei na descrição do que ele me fez. Vou carregar as memórias de ter sobrevivido a estas experiêndias para o resto da minha vida".
Depois de mencionar uma série de medidas e decisões do tribunal, quando o mesmo caso foi julgado há cerca de 20 anos, a filha adotiva do realizador com Mia Farrow termina o comunicado a dizer que não vai desistir da verdade: "O Woody Allen tem um arsenal de advogados e representantes, mas a única coisa que ele não tem do seu lado é a verdade. Espero que isto seja o fim dos seus ataques e da campanha que os advogados e representantes estão a fazer nos media. Não vou deixar que a verdade seja enterrada e não me vão silenciar."

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