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Caras conhecidas divertem-se em festa dedicada ao luxo e sofisticação

A loja da Louis Vuitton, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, organizou um ‘cocktail’ para clientes e admiradores da marca. Nesta noite de festa, muitas das senhoras completaram a sua ‘toilette’ com algumas das mais famosas carteiras desta casa francesa.

Marta Mesquita
2 de fevereiro de 2014, 16:00

A Louis Vuitton é uma das lojas mais exclusivas da Avenida da Liberdade, em Lisboa. Malas, carteiras e outros acessórios de luxo fazem as delícias de quem entra e não consegue disfarçar o seu deslumbramento perante algumas dessas peças que já se tornaram verdadeiros ícones no mundo da moda.
Para promover uma noite de convívio entre clientes e amigos, a marca de luxo francesa organizou há dias um cocktail cuja cobertura foi exclusivamente feita pela CARAS. Fã de moda e apreciadora de peças intemporais, Diana de Cadaval explicou quais são os seus acessórios de eleição, dos quais não prescinde no dia-a-dia: “Não dispenso a carteira e as malas de viagens. Adoro! Na minha mala cabe o meu trabalho, as coisas da minha filha e tudo o resto. Cabe lá dentro um mundo! A minha filha também já se perde neste mundo dos acessórios e da moda. Hoje apanhei-a com os meus sapatos calçados e a cantar.” [risos]
Nayma também confessa ser uma grande fã de acessórios e admite ter várias malas desta marca, “mais de dez”, no seu armário: “Gosto de acessórios com qualidade e, tal como a maior parte das mulheres, sou uma apaixonada por malas. Tenho várias desta marca, porque percebi que vale mesmo a pena investir numa peça que pode durar uma vida inteira. E é engraçado perceber como há modelos que tanto se adaptam ao meu estilo como ao da minha sobrinha, por exemplo. Aliás, ela é mesmo uma rapariga de sorte, porque vai herdar muitas das minhas malas!”
Não obstante o facto de ser manequim e de estar habituada a trabalhar com marcas de luxo, Jani Gabriel admite que continua a sentir-se deslumbrada quando entra numa loja Louis Vuitton, tal como uma criança quando passeia numa loja de doces ou de brinquedos: “Sinto-me mesmo uma miúda numa loja de gomas! Sou apaixonada por quase todas estas peças, desde os modelos mais clássicos até aos mais recentes. Há malas e carteiras que nunca vão passar de moda e que podemos usar com vários visuais. Gostava mui­to de ter uma destas peças, mas ainda não tive coragem de fazer um in­vestimento tão grande.
Criador de moda, Filipe Faísca compreende a magia e o fascínio que uma peça de roupa ou um acessório podem ter: “O intemporal tem que ver com alguma coisa que se repete e que está na memória do coletivo. É olhar para algo e saber que a minha mãe ou a minha avó usaram. Dizemos que é clássico, mas hoje em dia já não se percebe muito bem em que é que isso se traduz. E apesar da intemporalidade de muitas destas peças, a Louis Vuitton é uma marca que até arrisca imenso! Quando um desfile de uma marca me faz chorar, ganha o meu respeito. Não me interesso nada pelo seu statuo, não ando atrás de logótipos. Valorizo muito mais a forma como a marca comunica. Para mim, a perfeição é qualquer coisa que me apaixona e sou fascinado pelo perfeccionismo de algumas peças e objetos.”

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