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Marine Antunes

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D.R.

A escolha de... Marine Antunes

Teve cancro aos 13 anos, mas venceu a doença, em boa parte porque usou o sentido de humor como arma de luta. E usa-o para ajudar outros doentes.

Redação CARAS
1 de fevereiro de 2014, 18:00

Marine Antunes, de 23 anos, criou o projeto Cancro com Humor e o Movimento Careca Power e é fundadora e presidente da Associação Cancro com Humor. Publicou o livro Cancro com Humor, dá palestras humorísticas, é oradora em eventos e conferências, escreve poesia e, em parceria com Alison Antunes, é autora da peça infantil É Cancro, É pois É?, que estreará em 2014. Escreveu a letra Sonhos Transpirados para o grupo Tabacaria e dinamiza atividades para os doentes oncológicos. Adora dançar, fez karaté durante 13 anos e ainda tem tempo para dormir a sesta. A 2 de janeiro, apresenta, no festival Solrir, o espetáculo de stand up comedy Cancro com Humor, num dia em que atua também António Raminhos, autor do prefácio do livro de Marine.
O Livro: “Ensaio Sobre a Cegueira” e “Rio das Flores”
É difícil escolher “o” livro. Confesso ser apaixonada pela escrita de José Saramago e de Miguel Sousa Tavares, por isso destaco o Ensaio sobre a Cegueira, do primeiro, e Rio das Flores, do segundo. São os dois viciantes.
O Filme: “Divã“
Acho que o vi pelo menos dez vezes. É um filme brasileiro, simples, delicioso, com um humor quotidiano, familiar e natural com o qual me identifico. Adoro o argumento, os atores, tudo! Se alguém não se rir com o filme, prometo fazer 50 flexões.
A Viagem: Suíça
Destaco as minhas viagens familiares, sempre de carro, com os meus pais e irmãs. Fizeram parte da minha infância feliz. Dessas viagens, a Suíça foi o país mais bonito que conheci. É tudo tão branco e tão verde que parece tão fácil viver ali…
O Concerto: Muse
Os Muse foram uma ótima surpresa, entrei com voz e saí sem ela. A dado momento, vimos umas quantas miúdas a desmaiar (da emoção ou do calor, não sei). Foi um concerto memorável. Contudo, destaco, na música, o compositor Yann Tiersen (ouço-o compulsivamente).
O Restaurante: A minha casa
Não consigo destacar nenhum restaurante porque não fui a muitos. A culpada? A minha mãe: cozinha divinamente, é uma doceira de mão cheia e não apresenta a conta no fim. Recomendo!

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