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Valérie Trierweiler

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Valérie Trierweiler: “Quando soube da traição, foi como se tivesse caído de um arranha-céus”

A ex-primeira-dama de França falou sobre a sua separação de François Hollande.

Redação CARAS
30 de janeiro de 2014, 17:10

Apesar de François Hollande já ter confirmado oficialmenteo fim da sua relação com ValérieTrierweiler, a imprensa francesa continua a querer saber pormenores doescândalo. E esses estão, a pouco e pouco, a ser revelados pela antigaprimeira-dama que, agora que está mais recomposta, já começa a falarabertamente sobre o assunto.
Numa entrevista para a revista ParisMatch, publicada esta quinta-feira, dia 30, a jornalista revela: “Claro que ouvia rumores, mas também havia rumoressobre outras pessoas. Também existiam sobre mim, sempre existiram. Quando soubeda traição, foi como se tivesse caído de um arranha-céus”.
Trierweiler contou ainda que na noite antes de o envolvimento amoroso deHollande com Julie Gayet ter sidotornado público pela revista Closer,passou a noite com o presidente “adiscutir, sem comer nem dormir”. Na manhã do dia seguinte, a jornalistadesmaiou e foi levada para o hospital, onde permaneceu durante uma semana paratratar sintomas de “profundo esgotamento”.
Na ocasião, a ex-primeira-dama disse também que o chefe de Estado francês setem mostrado atencioso e até lhe enviou várias mensagens a perguntar como sesentia durante a sua viagem humanitária à Índia, no início desta semana.
“As melhores recordações que guardo doEliseu são os encontros com os meninos pobres. Pode parecer estranho, mas não consideroque esteja a passar por uma crise. Não é a primeira separação da minha vida.Esta é violenta porque é mediática”, continua Valérie, que tem três filhose já passou por dois divórcios. “Não lamentonada. O que estou a viver são apenas as consequências da vida extraordináriaque tive. Vou retomar a minha vida de antes, mas será agora mais rica, poisganhei experiência. Em apenas alguns dias, recebi centenas de cartas emensagens de apoio de mulheres e homens”, disse ainda, antes de concluirque pretende voltar a trabalhar como jornalista, participar em ações humanitáriase talvez até escrever um livro sobre a sua experiência como primeira-dama.

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