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Valérie Trierweiler e François Hollande

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Getty Images

Valérie Trierweiler quebra o silêncio

A companheira de François Hollande garante que este só não a visitou mais cedo no hospital por aconselhamento médico.

Redação CARAS
18 de janeiro de 2014, 15:22

Uma semana depois de tersido internada com sintomas de um “profundoesgotamento”, devido à revelação do alegado caso amoroso do seu companheiro,François Hollande, com a atriz Julie Gayet, Valérie Trierweiler fez as primeiras declarações sobre o assunto.Durante um breve contacto telefónico com a rádio RTL, que não foi gravado, a ainda primeira-dama de França garanteque o chefe de Estado não a negligenciou e que só a visitou no hospital estasexta-feira, dia 17, por indicação médica. Afirmando que Hollande se temmostrado atencioso e interessado pelo seu estado de saúde, Valérie reveloumesmo que recebeu flores e chocolates ao longo de toda a semana, mas que não tinhavisitas porque os médicos desaconselharam que isso acontecesse. “Ela continua muito cansada e não conseguepôr-se de pé. A tensão arterial e a moral continuam baixas, mas ela espera ultrapassaristo de cabeça erguida e está preparada para lutar, pelo menos pela suadignidade”, afirmou o repórter que teve a oportunidade de falar comTrierweiler, de 48 anos.
Recorde-se que o internamento foi confirmado pelo Palácio do Eliseu no passadodia 10 de janeiro, depois de a revista Closerter tornado público o envolvimento do chefe de Estado francês com JulieGayet. Esta semana a publicação fez novas revelações, indicando que o romancedura há dois anos e que começou quando Gayet demonstrou o seu apoio a Hollandedurante a campanha presencial.
De momento não existe qualquer previsão de alta para Valérie Trierweiler, masna imprensa francesa fala-se que poderá ainda permanecer sob vigilância médicaentre seis a oito dias. “Os médicos dizemque ela precisa de continuar a descansar e serão eles a decidir quando poderásair. Ela precisa de paz”, afirmou um porta-voz do Palácio do Eliseu.
Recusando-se a comentar a sua vida privada, François Hollande disse naterça-feira, dia 14, sentir uma “profundaindignação” perante a atitude da revista Closer, mas garantiu que não planeia avançar para a justiça. Nestaocasião esclareceu ainda que pretende deixar toda esta situação resolvida antesda viagem oficial aos Estados Unidos, marcada para 11 de fevereiro.
Julie Gayet, por sua vez, apresentou queixa contra a publicação, exigindo uma indemnizaçãono valor de 50 mil euros pelos danos causados, mais 4 mil para as custasjudiciais do processo. Além disso, durante uma entrevista para a rádio Europe 1, fez questão de desmentir osrumores de gravidez que surgiram durante esta semana.

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