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Mónica Jardim: "Gosto de manter vivas as tradições”

No Castelo da CARAS, a apresentadora revelou que o Natal vai ser ainda mais mágico quando tiver um filho.

Cristiana Rodrigues
1 de janeiro de 2014, 14:00

Dezembro é o mês de Mónica Jardim. Festeja o aniversário a 22, este ano completou 38 anos, e é o mês do Natal, quadra que vive com intensidade junto dos que mais ama. A apresentadora da TVI, que esteve na Pousada Flor da Rosa, Crato, que este ano albergou o Castelo da CARAS, falou-nos precisamente de emoções, das gargalhadas à mesa, das histórias que se contavam à volta da lareira, da possibilidade de realizar  em 2014 o desejo de ser mãe.
– Vou começar pelo que nos trouxe a este castelo, o Natal. Como é que vive esta quadra?
Mónica Jardim –
Tenho que confessar que dezembro é o meu mês. É o mês do meu aniversário e o mês do Natal, quadra que adoro por tudo... pelas tradições, pelas cores, pelos sabores, mas sobretudo porque se festeja a união, a festa da família.
– E como é que vivia esta quadra enquanto criança?
Que saudades tenho desses tempos... Era uma privilegiada. [risos] Como a minha mãe é espanhola e o meu pai português, eu celebrava duas vezes o Natal.
– Conte-nos a história então desses dois natais.
Quando era criança, as minhas férias de Natal iam de 15 dezembro até 7 janeiro, o que me permitia passar alguns dias com a família portuguesa e outros com a família espanhola. Era sempre uma festa, sobretudo em Espanha, onde a família é grande. Chegávamos a ser 30 na noite da consoada. Lembro-me de querer dormir com as minhas primas para poder ouvir e contar todas as histórias que ficavam pendentes desde o verão, lembro-me do cheiro da lareira acesa, da lista dos presentes que pedíamos aos Reis Magos, dos beijos e dos abraços, das procissões na rua, do barulho dos tambores. Em Portugal celebrávamos em casa da minha avó e havia sempre um tio que se mascarava de Pai Natal e que entrava pela porta carregado de presentes. A árvore ocupava sempre o mesmo canto da sala, lembro-me de um lindo serviço à mesa, do bacalhau, dos pinhões e de um bolo-rei que coroava o aparador...
– Ainda é uma quadra feliz ou de nostalgia?
Ambas. Feliz porque o Natal é a alegria do reencontro das fa­mílias, nostalgia porque temos sempre a esperança de resgatar o Natal que já tivemos, onde não existia o vazio de quem já partiu...
– À mesa fazem-se confidências? Dão-se novidades?
À mesa há confidências, há memórias, há afeto, há risos, há um pouco de fantasia, há magia!
– Para que o Natal seja ainda mais mágico falta uma criança na sua vida? Um filho?
Acho que o Natal é uma das épocas mais desejadas e especiais do ano, sobretudo quando se tem filhos... Ainda não tenho, mas acredito que quando chegar a altura será mais mágico.
– O próximo ano poderá ficar marcado com o seu casamento ou com uma possível gravidez?
[risos] Talvez...
– Volta a ser criança nesta altura do ano?
Um pouco... porque eu própria fico ansiosa com as decorações, com as músicas natalícias, com os pratos tradicionais...
– Qual é o melhor presente que pode receber?
Continuar a ter os meus pais e familiares bem junto de mim e de perfeita saúde.
– O fim de ano é também uma altura especial? Faz balan­ços? Traça metas?
Faço sempre balanços, gosto de sentir que a minha vida evoluiu. Se houve objetivos que não foram atingidos, então irão continuar em agenda para o ano seguinte, juntamente com outros sonhos e expectativas.
– Encontrou no seu namora­do [André] a pessoa certa para tomar decisões destas que mudam a vida para sempre?
Sim!
– É uma mulher de tradições?
Gosto de manter vivas as tradições.
– Faz então sentido casar-se, ou assinar um papel não é uma prioridade?
Gostava de cumprir essa ordem: primeiro casar-me e depois ter filhos, mas acredito que irá acontecer o inverso... [risos] Mas gosto da tradição de oficializar uma relação.

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