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Diana Pereira e Tiago Monteiro abrem as páginas do seu ‘conto de fadas’

A ex-modelo e o piloto receberam-nos em sua casa, nos arredores do Porto, na companhia dos filhos, Mel e Noah. Diana gosta tanto do Natal que faz a árvore em novembro e deixa-a até ao fim de janeiro.

Joana Brandão
1 de janeiro de 2014, 13:00

Juntoshá oito anos, Diana Pereira e Tiago Monteiro assumem que são umcasal muito feliz. A ex-modelo diz que encontrou o seu “príncipe encantado”e o piloto diz que tem uma “mulher maravilhosa” e que se sente “aviver num conto de fadas”. Esta felicidade é, para já, partilhada com osdois filhos, Mel, de cinco anos, e Noah, de três, mas Dianaespera que a família ainda aumente, pois gostaria de ir, pelo menos, aoterceiro filho. Uma confidência feita na magnífica casa onde vivem, nosarredores do Porto, e onde desde meados de novembro tudo está a postos para oNatal, pois Diana vibra tanto ou mais do que os filhos com esta época do ano.
É mesmo verdade que o Natal em vossa casa dura mais de dois meses?
Tiago Monteiro – Sim! A Diana adora o Natal!
Diana Pereira – Sim, faço isto pelos miúdos, mas também por mim. É comoir à Disney, acho que gosto mais do que eles! [risos] O Natal é uma épocaespecial, porque juntamos a família, as pessoas estão mais alegres... Tal comona Disney: só vemos pessoas felizes e relaxadas. Por isso, em vez de esperarpor dezembro, faço a árvore em meados de novembro e depois só a tiro no finalde janeiro.
Isso para as crianças deve ser maravilhoso!
– Sim, é muito bonito ver o entusiasmo deles com toda a magia da época. Nomomento em que começamos a montar a árvore, damos início à história do Natal. Eeles já sabem que os duendes andam por aí a ver como eles se portam para iremdizer ao Pai Natal. Como nunca acreditei em contos de fadas, estou a gostar deos ver a viver esta ilusão.
– E como é que costumam festejar esta quadra?
– Normalmente, passamos a véspera com a família do Tiago, no Porto, e o diacom a minha família, em Coimbra. Mas este ano estamos a pensar fazer cá em casao almoço do dia de Natal. Como temos famílias de locais diferentes, astradições são diferentes. Do lado do Porto, Aveiro e Mesão Frio, come-setroncha refervida com bacalhau ou polvo. Em Coimbra, comemos bacalhau comlegumes e grão.
Tiago – E às vezes misturamos alguns pratos que comíamos em França, comoostras e foie gras. E até já se fez sushi!
– Já pensaram na ementa para essa estreia tão especial?
Diana – Vou manter a tradição e cozinhar cabrito e peru. Os doces deixopara a família, porque não tenho mão para sobremesas.
– O Natal é também sinónimo de presentes, sobretudo para as crianças. Osvossos filhos pedem muitas coisas?
Diana – Não, felizmente não, porque sempre contrariámos isso. E a Mel jásabe muito bem o que quer e seleciona antes de pedir. O Noah, como é maispequenino, é mais influenciado pela televisão e quer tudo. Mas já lhes dissemosque têm de escolher. E antes de receberem novos presentes, separam aqueles comque já não brincam para dar aos meninos que não têm. Estão habituados a fazeristo desde pequeninos e nunca ficaram chateados.
– Estão casados há cinco anos e juntos há oito. Estão felizes com a famíliaque construíram?
– Eu tenho a família com que sempre sonhei. Não podia estar mais feliz.Encontrei o meu príncipe encantado!
Tiago – É incrível ter uma família assim! Tenho dois filhos fantásticose uma mulher maravilho­sa, que percebe a minha vida, o que não é nada fácil.Realmente, parece que vivo num conto de fadas.
– A Mel está com cinco anos e o Noah já tem três. Pensam em ter mais filhos?
Tiago – A Diana quer uma família maior, mas eu, apesar de gostar daideia de ter outro filho, penso que será ainda mais difícil ter tempo paratodos.
Diana – Eu acho que quem tem dois tem três, e quem tem três tem quatro.Portanto, temos de pensar em ter, pelo menos, mais um...
– Hoje em dia a época de corridas deve ser mais difícil para o Tiago, umavez que a Diana não pode acompanhá-lo a tantas provas para ficar com ascrianças...
Tiago – A Diana e os miúdos vão a três ou quatro corridas por ano e émuito importante tê-los comigo, mas quando não vão fico tranquilo por saber queos miúdos estão com ela e concentro-me no trabalho. E também temos momentos sópara os dois, normalmente no Japão, que é um país de que ambos gostamos muito.

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