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Victoria Guerra: “Ainda acredito no Pai Natal, para mim, a época é mágica”

Sabendo do seu fascínio pela época natalícia, a CARAS marcou encontro com a atriz na loja Intimissimi na Baixa para uma sessão de compras de Natal. E aí ficámos a saber como passa a quadra, que considera “mágica”.

Inês Neves
25 de dezembro de 2013, 10:00

O Natal é mesmo uma época especial para Victoria Guerra, tanto que, aos 24 anos, a atriz recusa-se a deixar de ‘acreditar’ no Pai Natal, para não perder a magia da época.
– Acreditou no Pai Natal até que idade?
Victoria Guerra – Acreditei até bastante tarde. Lembro-me de que quando me disseram que o Pai Natal não existia fiquei mesmo muito triste, especialmente com a minha mãe... Mas depois voltei a acreditar, porque aquilo não me entrava na cabeça, não fazia sentido. E mesmo hoje em dia ainda acredito no Pai Natal, porque o Natal para mim é magia e isso faz parte desse imaginário. A minha mãe ainda hoje esconde presentes e no dia 25 é como se o Pai Natal os tivesse lá deixado para nós.
– É evidente que adora o Natal...
– Mais do que os presentes, para mim Natal é família, isso é que interessa. Hoje em dia parece que já não se liga tanto a esta época, mas para mim o Natal é mágico. Como tenho três irmãos mais novos, sempre houve crianças em casa, sempre cultivámos aquela magia do Pai Natal, sempre juntámos a família toda. Lembro-me da minha mãe na cozinha a preparar o almoço do dia 25... são aquelas memórias boas e hábitos que gosto que se mantenham.
– Descreva-me o vosso Natal.
– Na noite de 24 temos um jantar em família, onde comemos o bacalhau e tudo o que é tradicional. Depois acordamos no dia 25, abrimos os presentes, a minha mãe continua a preparar o almoço de Natal (começa a assar o peru na noite anterior e quando acordamos no dia seguinte temos aquele cheiro maravilhoso em casa), entretanto chega o resto da família, almoçamos, vemos um filme de Natal e ouvimos sempre o discurso da rainha de Inglaterra... é tão bom! Custa-me ver que muitas pessoas acham que o Natal é uma coisa material e dizem que não ligam à época por não haver dinheiro para comprar presentes. Não é uma questão de presentes...
– Mas também gosta de rece­ber presentes...
– Gosto, claro. Mas não é isso que importa. Todos os anos sei que vou receber um pijama, umas pantufas, um robe, meias, e é das coisas que mais gosto, porque é aquela coisa especial do dia de Natal, é ótimo.
– Também gosta daquele frenesim de ir comprar os presen­tes para a família e amigos?
– Gosto. E não é só um presente, são vários, vou encon­trando várias coisinhas que aquela pessoa pode gostar e depois compro. E aqui na Inti­missimi encontro coisas fantásticas para as minhas amigas. Adoro roupa interior e a minha mãe sempre me recomendou que fosse cuidadosa nesse aspeto, lembrando que pode sempre acontecer irmos inesperadamente parar ao hospital... Não descuro a lingerie, não só por isso, mas também porque hoje em dia a roupa interior já não é necessariamente para estar escondida. Agora temos os soutiens com rendas e brilhantes, os vestidos de dormir que facilmente se podem usar no dia-a-dia com um camisolão de malha...
– Tem o hábito de correr a ca­sa à procura do que o Pai Natal deixou para si?
– Não, acho isso horrível. Mesmo em miúda, lembro-me de que o meu irmão fazia isso, mas eu não, porque senão perde a magia. Gosto de surpresas.
– Acredito que a sua casa seja decorada para a época...
– Nem por isso... Tenho uma árvore pequenina, mas Natal é na casa da minha mãe. Ela fazia sempre uma árvore grande e outra mais pequena, que era a nossa, a dos miúdos, que nós decoráva­mos. A minha mãe decora a casa toda e eu ainda não consigo fazer isso. Tenho um ‘enxoval’ de Natal, mas ainda não é suficiente­mente grande para decorar a casa como a minha mãe. Tenho juntado algumas coisas ao longo do tempo, a minha avó todos os anos me oferece mais uma para eu guardar. E um dia quero fazer para os meus filhos aquilo que a minha mãe sempre fez para nós.

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